






Questões para Prova Oral
- O que o termo “economia de arquipélago” nos sugere sobre a organização territorial e econômica do Brasil no século XVIII?
- Por que é possível afirmar que o Brasil colonial era formado por “ilhas econômicas” e não por uma unidade integrada?
- De que maneira a produção de cana-de-açúcar se distribuiu no território e quais foram os impactos dessa concentração?
- Qual a importância da atividade pecuária no interior do Brasil colonial?
- Como os “drogas do sertão” contribuíram para a ocupação da Amazônia no período colonial?
- A partir do mapa, o que se pode inferir sobre a localização das áreas de mineração e o papel que elas desempenharam no século XVIII?
- Que fatores podem ter limitado a integração entre as diversas atividades econômicas no território colonial?
- Como os produtos de exportação influenciaram a estrutura social e econômica da colônia?
- A presença de diferentes economias regionais favoreceu ou dificultou a formação de um mercado interno no Brasil colonial?
- O que o mapa revela sobre o papel estratégico do Rio São Francisco no período colonial?
- De que forma a economia mineradora alterou o centro de gravidade da colônia para o interior?
- Por que as vilas e cidades estavam concentradas em determinadas regiões do mapa?
- Que relação pode ser feita entre a instalação de núcleos urbanos e as atividades econômicas predominantes?
- O mapa mostra a predominância de atividades ligadas ao litoral. Qual a razão histórica para isso?
- Como o sistema colonial contribuiu para a fragmentação econômica do território?
- A partir do mapa, quais áreas parecem ter maior conexão com o mercado europeu?
- A economia pecuária, representada em verde, ocupa regiões extensas. O que isso revela sobre o tipo de ocupação e uso da terra?
- O que o mapa indica sobre as relações de dependência entre as regiões produtoras de alimentos e aquelas voltadas à exportação?
- De que maneira o conceito de “economia de arquipélago” ajuda a compreender as desigualdades regionais atuais?
- Como a ocupação do território no século XVIII contribuiu para a formação de fronteiras estaduais futuras?
- Que características do território dificultaram a integração entre as regiões produtivas no século XVIII?
- A economia mineradora tinha características diferentes da economia açucareira. Quais são essas diferenças e como isso se reflete no espaço geográfico?
- O mapa mostra a presença de algodão no norte e nordeste. O que explica esse cultivo nesse período?
- Por que os eixos de transporte no mapa não formam uma rede ampla e interligada?
- O que se pode concluir sobre a dependência da colônia em relação à metrópole com base na fragmentação econômica observada?
- De que forma a economia colonial dificultou a formação de um sentimento de unidade nacional?
- A presença de múltiplas economias regionais dificultou ou favoreceu a administração colonial por parte de Portugal? Por quê?
- Como a ideia de “economia de arquipélago” se opõe à noção de um território articulado por um mercado nacional?
- Por que Paraty e Ouro Preto são consideradas cidades “congeladas no tempo”?
- De que forma a arquitetura e o traçado urbano dessas cidades revelam o contexto histórico do ciclo da mineração?
- Qual a relação entre o papel de Paraty como área exportadora e a economia mineradora do interior?
- Por que a decadência do ciclo da mineração levou à estagnação dessas cidades?
- Que fatores contribuíram para a preservação dessas cidades mesmo após a perda de sua importância econômica?
- Como a geografia física influenciou a função econômica de Paraty e Ouro Preto no século XVIII?
- Em que medida o isolamento geográfico contribuiu para a conservação do patrimônio histórico dessas cidades?
- A economia de Paraty estava mais conectada ao litoral ou ao interior? Explique.
- A expressão “cidades congeladas no tempo” pode ser vista de forma positiva ou negativa? Justifique.
- O turismo histórico em cidades como Ouro Preto e Paraty é uma forma de revalorização econômica? Em que sentido?
- De que maneira o patrimônio cultural pode ser uma ferramenta de educação para compreender os ciclos econômicos do Brasil?
- Como os fluxos de riqueza do período colonial ajudaram a construir essas cidades e, ao mesmo tempo, abandoná-las?
- Que lições podemos tirar da história dessas cidades para entender as desigualdades regionais do Brasil atual?
- O que significa dizer que cada centro produtor tinha uma relação direta com o mercado externo?
- Por que a economia de arquipélago é marcada por uma “dupla dependência” em relação ao exterior?
- De que forma a ausência de integração entre os centros produtivos contribuiu para a formação de economias regionais isoladas?
- Como essa lógica de produção voltada para fora impactou o desenvolvimento do mercado interno brasileiro?
- Por que os bens manufaturados eram todos importados, e o que isso revela sobre o tipo de economia implantado no Brasil colonial?
- Que tipo de consequências sociais e culturais pode ter surgido dessa dependência de produtos estrangeiros?
- Qual era o papel da metrópole portuguesa nesse sistema de dupla dependência?
- Como o conceito de arquipélago econômico ajuda a explicar as dificuldades de articulação nacional mesmo após a independência?
- Por que a exportação dos produtos coloniais não resultava em desenvolvimento local?
- Como o mapa reforça a ideia de que cada “ilha” econômica tinha um fluxo direto com o litoral e, daí, com a Europa?
- A dupla dependência econômica criou obstáculos para o surgimento de uma indústria colonial? Explique.
- Como essa estrutura econômica afetou a autonomia das regiões brasileiras no século XVIII?
- De que forma a economia de arquipélago pode ser vista como herança de um sistema colonial voltado para a exploração?
- Aponte possíveis semelhanças entre a dependência colonial e situações de dependência econômica enfrentadas por países do Sul Global hoje.
- Como o estudo da economia colonial pode ajudar a compreender as desigualdades econômicas entre as regiões do Brasil atual?
Professor Luciano Mannarino