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  • Mudanças climáticas: um guia rápido para entender o aquecimento global (EM13CHS304)

    Mudanças climáticas: um guia rápido para entender o aquecimento global (EM13CHS304)

    EM13CHS304    
    Analisar os impactos socioambientais decorrentes de práticas de instituições governamentais, de empresas e de indivíduos, discutindo as origens dessas práticas, selecionando, incorporando e promovendo aquelas que favoreçam a consciência e a ética socioambiental e o consumo responsável.

    Temperatura do planeta está aumentando em decorrência das atividades humanas

    22.abr.2022 às 12h45

    BBC NEWS BRASIL

    As temperaturas mundiais estão subindo por causa da atividade humana, e as mudanças climáticas agora ameaçam todos os aspectos da vida humana.

    Se a situação não for controlada, os humanos e a natureza passarão por um aquecimento catastrófico, com o agravamento das secas, maior aumento do nível do mar e extinção em massa de espécies.

    Enfrentamos um grande desafio, mas existem soluções potenciais.

    Clima é o conjunto de condições médias de temperatura e ambiente num lugar, ao longo de muitos anos. A mudança climática é uma mudança nessas condições médias.

    BBC News Brasil - Mudanças climáticas: um guia rápido para entender o aquecimento global.
    A temperatura do planeta está aumentando em decorrência das atividades humanas, e as mudanças climáticas ameaçam todos os aspectos da nossa vida na Terra – Getty Images

    A rápida mudança climática que estamos vendo agora é causada pelo uso humano de petróleo, gás e carvão para casas, fábricas e transporte.

    Quando esses combustíveis fósseis queimam, eles liberam gases de efeito estufa – principalmente dióxido de carbono (CO2). Esses gases retêm o calor do Sol e fazem com que a temperatura do planeta aumente.

    O planeta está agora cerca de 1,2°C mais quente do que no século 19 – e a quantidade de CO2 na atmosfera aumentou em 50%.

    O ritmo de aumento da temperatura precisa diminuir se quisermos evitar as piores consequências das mudanças climáticas, dizem os cientistas. Eles afirmam que o aquecimento global precisa ser mantido em 1,5°C até o ano 2100.

    BBC

    No entanto, a menos que outras ações sejam tomadas, o planeta ainda pode aquecer mais de 2°C até o final deste século.

    Se nada for feito, os cientistas acreditam que o aquecimento global pode ultrapassar os 4ºC, levando a ondas de calor devastadoras, milhões perdendo suas casas devido à elevação do nível do mar e perda irreversível de espécies vegetais e animais.

    QUAL O IMPACTO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS?

    Eventos climáticos extremos já estão mais intensos, ameaçando vidas e meios de subsistência.

    Com o aquecimento adicional, algumas regiões podem se tornar inabitáveis, à medida que as terras agrícolas se transformam em desertos. Em outras regiões, está acontecendo o contrário, com chuvas extremas causando inundações históricas – como visto recentemente na China, Alemanha, Bélgica e Holanda.

    As pessoas nos países mais pobres sofrerão mais, pois não têm dinheiro para se adaptar às mudanças climáticas. Muitas cidades em países em desenvolvimento já têm que suportar climas muito quentes e isso só vai piorar.

    Nossos oceanos e seus habitats também estão ameaçados. A Grande Barreira de Corais na Austrália, por exemplo, já perdeu metade de seus corais desde 1995 devido aos mares mais quentes causados ​​pela mudança climática.

    Se a temperatura média global continuar a aumentar, quase todos os corais de água mais quente poderão desaparecer – Getty Images

    Os incêndios florestais estão se tornando mais frequentes à medida que as mudanças climáticas aumentam a incidência de clima quente e seco.

    E à medida que o solo congelado derrete em lugares como a Sibéria, gases de efeito estufa aprisionados por séculos serão liberados na atmosfera, agravando a mudança climática.

    Em um mundo mais quente, os animais terão mais dificuldade para encontrar a comida e a água de que precisam para viver. Por exemplo, os ursos polares podem morrer à medida que o gelo de que dependem derrete, e os elefantes terão dificuldade em encontrar os 150-300 litros de água de que precisam por dia.

    Cientistas acreditam que pelo menos 550 espécies podem desaparecer neste século, se medidas não forem adotadas.

    COMO AS DIFERENTES PARTES DO MUNDO SERÃO AFETADAS?

    As mudanças climáticas têm efeitos distintos em diferentes áreas do mundo. Alguns lugares aquecerão mais do que outros, alguns receberão mais chuvas e outros enfrentarão mais secas.

    Se o aumento da temperatura não puder ser mantido dentro de 1,5°C:

    * O Reino Unido e a Europa serão vulneráveis ​​a inundações causadas por chuvas extremas

    * Os países do Oriente Médio passarão por ondas de calor extremas e as terras agrícolas podem se transformar em deserto

    * Nações insulares na região do Pacífico podem desaparecer com a elevação do mar

    * Muitas nações africanas podem sofrer secas e escassez de alimentos

    * As condições de seca são prováveis ​​no oeste dos EUA, enquanto outras áreas verão tempestades mais intensas

    * A Austrália provavelmente sofrerá extremos de calor e seca

    Inundações em Londres em 2021 – Getty Images

    O QUE OS GOVERNOS ESTÃO FAZENDO?

    Os países concordam que a mudança climática só pode ser enfrentada trabalhando juntos e, em um acordo histórico em Paris em 2015, eles se comprometeram a tentar manter o aquecimento global em 1,5°C.

    O Reino Unido vai sediar uma cúpula para líderes mundiais, chamada COP26, em novembro, onde os países definirão seus planos de redução de carbono para 2030.

    Muitos países se comprometeram a chegar à neutralidade de carbono até 2050. Isso significa reduzir as emissões de gases de efeito estufa tanto quanto possível e equilibrar as emissões restantes absorvendo uma quantidade equivalente da atmosfera, por meio de tecnologias de captura de carbono, por exemplo.

    A maioria dos especialistas acredita que isso é possível, mas exigirá que governos, empresas e indivíduos façam grandes mudanças.

    O QUE OS INDIVÍDUOS PODEM FAZER?

    Grandes mudanças precisam vir de governos e empresas, mas os cientistas dizem que algumas pequenas mudanças no dia a dia podem limitar nosso impacto no clima:

    * Pegue menos voos

    * Não use carros ou opte por carro elétrico

    * Compre produtos com eficiência energética, como máquinas de lavar, quando precisarem de substituição

    * Mude de um sistema de aquecimento a gás para uma bomba de calor elétrica

    * Use material que isole sua casa do frio e do calor, evitando com isso usar aquecimento e ar-condicionado

    https://g1.globo.com/meio-ambiente/aquecimento-global/noticia/2022/04/22/mudancas-climaticas-um-guia-rapido-para-entender-o-aquecimento-global.ghtml

    Questões.

    Prof. Luciano Mannarino

  • Aquecimento profundo

    Aquecimento profundo

    Sensores instalados a até 4,7 mil metros abaixo da superfície registram aumento de temperatura em regiões abissais do Atlântico SulTrecho do Atlântico Sul próximo à Argentina (à esq.) e ao Uruguai (acima), onde foram feitas as medições

    Ricardo Zorzetto

    Edição 300 fev 2021

    Começam a surgir evidências robustas de que está em curso um fenômeno que oceanógrafos e estudiosos do clima temiam: o aquecimento das águas profundas dos oceanos. De 2009 a 2019, a temperatura em regiões abissais do Atlântico, situadas a mais de 4 mil metros (m) abaixo da superfície, tornou-se de 0,02 a 0,04 grau Celsius (°C) mais quente.

    Essa elevação sutil, mas extremamente relevante, foi registrada por um grupo internacional de pesquisadores e apresentada em um artigo publicado em setembro de 2020 na revista Geophysical Research Letters. Para os especialistas, uma das causas mais prováveis do aumento de temperatura dos mares, onde está armazenada 97% de toda a água do planeta, são as mudanças no clima decorrentes da emissão de gases de efeito estufa associada à atividade humana, que já tornaram a atmosfera cerca de 1 °C mais quente do que era em 1900.

    “Temos agora sinais consistentes de que a elevação da temperatura média da atmosfera está gerando reflexos nas profundezas dos oceanos”, afirma o oceanógrafo brasileiro Edmo Campos, da Universidade de São Paulo (USP), um dos autores do estudo, realizado em parceria com colaboradores da Administração Nacional Atmosférica e Oceânica (Noaa), dos Estados Unidos, e da Universidade de Buenos Aires, na Argentina. “Lentamente, eles estão esquentando”, diz Campos.

    No trabalho, os pesquisadores analisaram dados do que provavelmente é a mais longa série de medições contínuas já feitas em regiões abissais dos oceanos ao sul do equador. Durante pelo menos uma década, sensores localizados em quatro pontos no fundo do Atlântico registraram a temperatura da água de hora em hora. Instalados em 2009 em uma expedição feita com o navio hidroceanográfico Cruzeiro do Sul, da Marinha do Brasil, os equipamentos estão a profundidades que variam de 1.360 m a 4.757 m.

    Eles e outros instalados posteriormente, alguns deles com apoio da FAPESP, assentam-se a 1 m do assoalho oceânico ao longo do paralelo 34,5° Sul, linha imaginária que circunda o globo e passa próximo ao município do Chuí, no Rio Grande do Sul, e à Cidade do Cabo, na África do Sul. Entrevista: Edmo Campos00:00 / 22:10

    Os oceanógrafos consideram a coleta de dados ao longo desse paralelo fundamental para se conhecer como as alterações na temperatura da atmosfera afetam a zona abissal do Atlântico – essas mudanças de temperatura a grandes profundidades, por sua vez, podem provocar alterações drásticas no clima do planeta. É que, por essa latitude, a profundidades superiores a 4 mil m, passam as águas gélidas (com temperatura da ordem de 0,1 °C) provenientes da Antártida, que fluem para o norte e se espalham pelo fundo do oceano.

    Essas águas antárticas funcionam como um dos raros pontos de conexão direta entre a atmosfera e as partes mais profundas dos oceanos. Nas regiões tropicais do planeta, o ar é mais quente do que a água e transfere calor para as camadas mais superficiais dos mares (até mil m de profundidade). Próximo aos polos, porém, a situação se inverte: o ar é bem mais frio do que a água e extrai calor dela. Esse fenômeno ocorre, por exemplo, em uma região do oceano Austral chamada mar de Weddell, ao redor do qual estão instaladas várias estações de pesquisa antárticas – entre elas, a brasileira.

    As águas superficiais do mar de Weddell perdem calor para a atmosfera, tornam-se mais densas e afundam. Ao submergir, mergulham sob uma camada intermediária de águas relativamente mais quentes e avançam ao ritmo de algumas centenas de quilômetros por ano rumo ao hemisfério Norte. Como quase não há variação térmica a grandes profundidades, a temperatura medida próximo ao assoalho oceânico no paralelo 34,5° é praticamente a mesma da água que afundou na vizinhança da Antártida. O problema é que, com o aumento da temperatura média da atmosfera, o degelo nas regiões polares vem aumentando e a água parece estar submergindo ligeiramente mais quente.

    Em viagem realizada em 2016 com o navio Puerto Deseado, pesquisadores preparam sonda para ser ancorada no fundo do oceano-Alberto Piola / Universidade de Buenos Aires

    Um aumento de poucos centésimos na temperatura da água em regiões abissais pode parecer irrisório, mas não é. A água é uma das substâncias da natureza que exige maior quantidade de energia para se aquecer. “A energia necessária para promover um aumento de centésimos de grau na água no fundo do oceano provocaria uma elevação da ordem de graus na atmosfera”, conta o oceanógrafo. Além disso, as regiões profundas do Atlântico armazenam um volume de água gigantesco.

    “Essas pequenas alterações podem causar efeitos significativos na circulação global do oceano e, consequentemente, na forma como o calor é absorvido e redistribuído pelas diversas regiões do planeta”, explica Campos, que também é pesquisador na Universidade Americana de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos, e foi um dos coautores do capítulo 3 do 5º Relatório de Avaliação do Clima do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas, apresentado em 2014.

    Havia tempos se suspeitava de que os oceanos estivessem aquecendo. Medições feitas nas últimas quatro décadas por instrumentos transportados por navios, capazes de registrar a temperatura ao longo de toda a coluna de água, ou, mais recentemente, aferições da temperatura das camadas mais superficiais dos mares feitas por satélites ou flotilhas de boias, já indicavam uma tendência de elevação. Esses dados, no entanto, geravam alguma desconfiança porque as medições nem sempre eram feitas nos mesmos pontos ou realizadas com intervalos de tempo suficientemente longos.

    “As medições infrequentes deixavam dúvida”, relata o oceanógrafo argentino Alberto Piola, da Universidade de Buenos Aires e do Serviço de Hidrografia Naval da Argentina, um dos coautores do estudo. “Os novos dados permitem confirmar que a tendência de aquecimento nesses 10 anos é robusta e semelhante à observada em levantamentos anteriores, sugerindo que se trata de uma resposta ao aquecimento global”, afirma.

    Para o meteorologista Pedro Leite da Silva Dias, diretor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, que não colaborou nessa pesquisa, as medições realizadas hora a hora no fundo do oceano eliminam a possibilidade de que a mudança de temperatura observada seja decorrente de uma amostragem inadequada, que poderia falsear os dados. “O aumento medido nesse estudo é compatível com o que se espera que o aquecimento global cause”, conta Dias, que participou da elaboração do 4º relatório de avaliação do IPCC, em 2007. “Se a causa fossem ciclos naturais de variação da temperatura, a magnitude da elevação seria menor”, explica.

    O mapa mostra a localização de sensores (círculos alaranjados) atualmente em funcionamento, instalados a diferentes profundidades e distâncias da costa

    O ritmo com que esse aumento de temperatura se manifestou nas regiões abissais do Atlântico chegou a surpreender alguns especialistas. O efeito do aquecimento global estava mais bem caracterizado nas camadas superficiais do oceano. Em um estudo publicado em julho de 2020 na revista Nature Climate Change, os oceanógrafos Gregory Johnson e John Lyman, ambos do Noaa, ao analisar dados obtidos desde 1968 por diferentes estratégias de observação, constataram que as águas superficiais de 53% a 79% dos oceanos apresentavam tendência de aumento de temperatura.

    “Com o trabalho da Geophysical Research Letters, fica registrado que esse aquecimento está atingindo o fundo do oceano e é um processo mais rápido do que se imaginava”, comenta o oceanógrafo José Henrique Muelbert, da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), especialista em interações entre organismos marinhos e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Mar Centro de Oceanografia Integrado (INCT-Mar COI). “Até então, essas regiões profundas do oceano eram consideradas muito estáveis.”

    Os pesquisadores afirmam que ainda é necessário mais tempo de observação contínua nas águas abissais do paralelo 34,5° Sul – e também em mais locais do Atlântico e em outros oceanos – para se caracterizar melhor esse aquecimento e confirmar se, de fato, ele é decorrente das mudanças climáticas associadas à ação humana. Mesmo assim, eles receiam que o aumento de temperatura das águas profundas possa produzir efeitos de curto e de longo prazo. “De imediato, haveria o risco de aumento no nível do mar, que pode ser pequeno, mas torna mais vulneráveis as populações vivendo em ilhas e áreas costeiras”, diz Piola. Ele também menciona que esse aquecimento pode afetar a reprodução de organismos marinhos, uma vez que ovos e larvas são muito mais sensíveis às condições do ambiente do que os indivíduos adultos.

    Mantido por longos períodos, o aquecimento poderia até ter impacto sobre o clima do planeta. Aquecidas pela radiação solar na região tropical, as águas superficiais do Atlântico transportam calor para o hemisfério Norte, aumentando a temperatura da atmosfera próximo ao Ártico e permitindo a ocorrência de um clima mais ameno na Europa – ao perder calor, essas águas submergem e retornam para o sul em uma camada intermediária, mais fria. “Caso o aquecimento do oceano enfraqueça essa circulação, após dezenas ou centenas de anos, poderia haver alterações drásticas no clima”, afirma Campos. Registros paleoclimáticos sugerem que essa circulação estava enfraquecida nas últimas glaciações, quando geleiras cobriram boa parte do hemisfério Norte do planeta.

    Prof Luciano Mannarino

  • Rios voadores (atividade)

    Rios voadores (atividade)

    Antonio Donato Nobre – Rios Voadores (Pesquisa FAPESP)

    Os “rios voadores” têm um papel fundamental na dinâmica climática do Brasil. Eles são correntes de vapor d’água que se originam na floresta amazônica através do processo de evapotranspiração, onde as árvores liberam grandes quantidades de vapor na atmosfera. Este vapor é transportado pelos ventos para outras regiões do país, contribuindo significativamente para a formação de chuvas.

    No Brasil, essas correntes de vapor afetam diretamente o clima das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Quando o vapor se encontra com massas de ar mais frias e se condensa, resulta em precipitação, trazendo chuvas essenciais para manter os níveis de água nos rios, reservatórios e para a agricultura. Esse processo é especialmente importante durante o período seco, ajudando a regular o ciclo da água e garantindo a umidade necessária para as plantações e o abastecimento urbano.

    Sem eles, essas regiões seriam muito mais secas, enfrentando maiores riscos de estiagens e impactos severos na agricultura e no fornecimento de água. A floresta amazônica, ao liberar esse vapor, atua como um regulador climático natural, influenciando a temperatura e a umidade do ar. Dessa forma, os “rios voadores” destacam a importância da Amazônia para o equilíbrio climático do Brasil, mostrando como a conservação da floresta é vital para a sustentabilidade e a manutenção das condições de vida em diversas partes do país.

    Questões

    O que são os “rios voadores” e como eles se formam?

    Qual é o papel da floresta amazônica na formação dos “rios voadores”?Como os “rios voadores” influenciam o clima em diferentes regiões do Brasil?

    Por que a conservação da floresta amazônica é essencial para a manutenção dos “rios voadores”?

    Como a ausência dos “rios voadores” poderia impactar a agricultura e o abastecimento de água no Brasil?

    Explique como os ventos alísios contribuem para o movimento dos “rios voadores”.

    De que maneira os “rios voadores” ajudam a regular as temperaturas e a umidade do ar nas regiões que eles atingem?

    Qual é o impacto da expansão agrícola e do desmatamento na dinâmica dos “rios voadores”?

    Como o conhecimento sobre os “rios voadores” pode contribuir para a conscientização ambiental e a preservação da Amazônia?

    Prof. Luciano Mannarino

  • VÍDEO – UMA VERDADE INCONVENIENTE (LEGENDADO)

    VÍDEO – UMA VERDADE INCONVENIENTE (LEGENDADO)

    Incontornável vídeo para abrir debates sobre mudanças climáticas.

    Para uso pedagógico!

    Atividades

    Compreensão do Conteúdo:

    Quais são os principais argumentos apresentados por Al Gore no filme sobre as causas e efeitos das mudanças climáticas?

    Análise Crítica:

    Como o filme utiliza dados científicos e visuais para convencer o público sobre a urgência das mudanças climáticas? Dê exemplos específicos.

    Impacto Pessoal:

    De que maneira as informações apresentadas no filme influenciam sua percepção sobre o meio ambiente e seu comportamento diário?

    Soluções e Ações:

    Quais soluções práticas são sugeridas no filme para mitigar os efeitos das mudanças climáticas? Quais dessas soluções você considera mais viáveis e por quê?

    Perspectiva Global:

    Como o filme aborda as diferenças entre os impactos das mudanças climáticas em países desenvolvidos e em desenvolvimento?

    Comunicação Científica:

    Avalie a eficácia da comunicação de Al Gore no filme. Quais técnicas ele utiliza para engajar e persuadir o público?

    Responsabilidade Individual e Coletiva:

    Qual é o papel dos indivíduos, governos e empresas na luta contra as mudanças climáticas, segundo o filme?

    Comparação com Outras Fontes:

    Compare as informações apresentadas em “Uma Verdade Inconveniente” com outros documentários ou artigos científicos sobre mudanças climáticas. Existem divergências ou pontos em comum?

    Desafios e Barreiras:

    Quais são os principais obstáculos mencionados no filme para a implementação de políticas eficazes de combate às mudanças climáticas?

    Reflexão Ética:

    Discuta as implicações éticas das mudanças climáticas apresentadas no filme. Como elas afetam diferentes gerações e espécies no planeta?

    Evolução do Debate:

    Considerando que o filme foi lançado em 2006, reflita sobre como o debate sobre as mudanças climáticas evoluiu até o presente momento. Quais avanços ou retrocessos você observa?

    Ação Local:

    Identifique ações que sua comunidade escolar ou local pode adotar para contribuir com a redução das emissões de carbono e a promoção da sustentabilidade, inspiradas pelo filme.

    Prof Luciano Mannarino
     

    A GEOPOLÍTICA DO PÓS GUERRA (vídeo e atividades)

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