A França possui territórios ultramarinos em quase todos os continentes. Tem possessões nas Américas, África e em ilhas da Oceania. Isso é um dos vestígio das grandes navegações dos Século XVI e XVII.
França: O país onde sol nunca se põe
Paraíso
O Caribe francês é formado por belíssimas ilhas que oferecem: Sol o ano inteiro, águas cristalinas, vegetação exuberante e muitos ritmos. Tudo isso com padrão europeu de acomodação.
A areia branca é calcário decomposto em pequenos grãos.
Perfeito? Quase…
Acontece que a paisagem natural só se tornou possível devido a uma convergência de elementos extremamente perigosos.
Quais???
Arquipélagos: Aparecem, em alguns casos, próximos a regiões sísmicas. As ilhas do Caribe configuram o arco vulcânico da borda da placa tectônica de mesmo nome.
Em 2014 um tremor chegou a quase 6 graus na Ilha de Guadalupe.
Águas mornas: O Caribe francês encontrasse dentro do domínio tropical. O aquecimento das águas no verão transforma a região num berçário de furações que ganham vida no final da estação.
Ventos de cerca de 300 km por hora arrasam tudo no caminho…
O Neoliberalismo restringe o papel do Estado na condução da economia. O Estado não sabe administrar – é o mantra privatista. O que é interessante nisso tudo é que a economia que mais cresce no mundo tá longe de ser NEOLIBERAL: A China. Lá o Estado é uma peça fundamental para alavancar o seu próprio desenvolvimento.
Perceba a ação de um Estado agindo para suprir as demandas de sua economia e de seu povo.
China compra terras no Brasil
O Estado de S.Paulo
03 Agosto 2010 | 00h00
Estatal da China quer produzir soja no País
Cláudia Trevisan, correspondente em Pequim, O Estado de S.Paulo
22 Abril 2010 | 00h0
CCCC quer unir porto e ferrovia no Brasil
Gigante chinês, que comprou 80% da Concremat, quer expandir em logística
Renée Pereira e Mônica Scaramuzzo, Impresso
19 Março 2017 | 05h00
Chineses compram porto paranaense por R$ 2,9 bilhões
Publicado: 4, setembro 2017 às 13:31
Da terra até o prato chinês sem atravessadores. Ciclo completo!!!
Acordo de Paris é um dos desdobramentos do Protocolo de Kyoto. Sim, aquele mesmo que pretendia a redução dos gases estufa. O protocolo exige um grande esforço diplomático para colocá-lo em prática, pois isso atinge a espinha dorsal de economias viciadas em petróleo e seus derivados: Os EUA.
Reduzir a emissão de gases estufa não é mais uma opção e a participação de todos é fundamental para arrefecer o aquecimento global. O afastamento dos EUA do debate é lamentável, pois seu território não está imune aos efeitos das discrepâncias climáticas inerentes ao aumento das temperaturas, pois parte do território americano é banhado por um berçário de furacões: O Golfo do México.
Por exemplo, Harveydespejou cerca de 100 trilhões de litros de água em menos de uma semana no sul e sudeste dos EUA e não tem muito tempo o Katrina devastou Nova Orleans. Sabemos que estamos na temporada de furações (final do verão no hemisfério norte), porém:
Se a raça humana não existisse, esses eventos teriam as mesmas dimensões? Justifique sua resposta!
Essa belíssima formação de relevo é o Morro de São João que fica na Cidade de Casimiro de Abreu (Região das baixadas litorâneas).
No entanto, o Morro de São João é predominantemente uma formação de rochas cristalinas que se originaram nas profundezas da crosta terrestre durante a era Pré-Cambriana. Estas rochas foram formadas a partir do resfriamento e solidificação do magma, mas não de vulcanismo de superfície, como seria o caso de um vulcão.
Não sou um vulção extinto!!!
A elevação do morro ocorreu devido ao movimento tectônico, que empurrou esses blocos rochosos para a superfície, onde foram esculpidos ao longo de milhões de anos pela ação erosiva. Portanto, embora impressionante e imponente, o Morro de São João não é um edifício vulcânico, mas sim uma formação de rochas ígneas e metamórficas que testemunham a complexa história geológica da região.
Ao fundo o “vulcão” de perfil. (foto tirada por mim)
Questões
Questão 1: Explique a formação geológica do Morro de São João em Casimiro de Abreu e descreva a importância das rochas ígneas e metamórficas na construção dessa paisagem. Como essas rochas ajudam a compreender a história geológica da região?
Questão 2: Discuta como a ação dos processos tectônicos e erosivos influenciou a formação e a atual aparência do Morro de São João. De que maneira esses processos contribuem para a riqueza geológica da região das Baixadas Litorâneas?
Questão 3: Apesar de ser uma formação de rochas cristalinas, o Morro de São João é frequentemente confundido com um edifício vulcânico. Analise as características que podem levar a essa confusão e explique por que ele não se enquadra como um vulcão.
Questão 4: O Morro de São João se destaca na paisagem local de Casimiro de Abreu. Avalie como a presença de formações como essa pode influenciar a biodiversidade e o ecossistema da região, relacionando-a com sua origem geológica.
Questão 5: A formação do Morro de São João remonta ao Pré-Cambriano. Explore como a compreensão das eras geológicas, como o Pré-Cambriano, pode ajudar a explicar a formação de morros e montanhas, e como isso se reflete na paisagem atual do Brasil.