Categoria: ATIVIDADES

Modelos de atividades para a Sala de Aula (Geografia)

  • Chuva e eletricidade! (avaliação)

    Chuva e eletricidade! (avaliação)

    Bandeira tarifária para o mês será verde, anuncia Aneel
    • 31.mai.2019 às 17h07

    REUTERS

    A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou nesta sexta-feira que a bandeira tarifária na conta de luz para junho será verde, ou seja, sem imposição de custos adicionais aos consumidores. Segundo nota do órgão, a previsão hidrológica além do esperado gera tendência de vazões acima da média histórica para o período, geralmente marcado como estação de seca nas bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional. De acordo com a Aneel, as chuvas possibilitarão manutenção dos níveis dos principais reservatórios das hidrelétricas próximos à referência atual.

    https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/05/com-melhora-no-nivel-de-chuvas-conta-de-luz-fica-mais-barata-em-junho.shtml

    Questões

    1. Explique o contexto histórico da criação da ANEEL.
    2. Como se produz energia através da matriz de eletricidade presente no texto? Aponte impactos socioambientais relacionados a ela.
    3. O texto mostra um problema ligado a dependência em relação a opção desse tipo de fonte energética. Justifique.
    4. O que é uma Bacia Hidrográfica? Exemplique.
    5. Aponte fatores naturais e econômicos para a ampla utilização das Bacias Hidrográficas do Sul/Sudeste na produção de energia elétrica.

    Luciano Mannarino

  • Tilápia avança na Amazônia e gera preocupação sobre impacto ambiental (avaliação)

    Tilápia avança na Amazônia e gera preocupação sobre impacto ambiental (avaliação)

    No Peru, espécie de origem africana dizimou fauna de lagoa; MT e TO autorizam criação em lagos de hidrelétricas

    28.mai.2019 às 18h19

    Fabiano MaisonnaveSAUCE (PERU)

    No ceviche, nas águas da turística Lagoa Azul, no mercado ou em tanques escavados, a tilápia faz parte da vida de Sauce, povoado amazônico ao pé dos Andes peruanos, já há três décadas. Mas a introdução da espécie africana diminuiu a diversidade da fauna aquática e tem servido de argumento aos que se opõem à criação de peixes exóticos na Amazônia, um debate que divide estados no Brasil.

    “Quando era criança, havia tanto acará na lagoa que eles pulavam dentro da canoa, mas parece que a tilápia comeu tudo”, diz a dona de restaurante Dalia Rengijo, 64. Apesar isso, ela defende a criação do peixe exótico, o único oferecido no seu cardápio: “É um alimento para o povo e para o comércio também.”

    Introduzido sem licença na região, a tilápia é vendida a cerca de R$ 16/quilo, um preço acessível. No mercado, as outras espécies à venda são trazidas de longe depois terem praticamente sumido do lago. O peixe exótico é também o único oferecido no luxuoso resort local, onde o pirarucu aparece apenas em um quadro do restaurante.

    Moradoras de Sauce (Peru) conversam diante de tilápia à venda. – Fabiano Maisonnave/Folhapress

    Assim como no Peru, onde a criação de tilápia está proibida na maior parte da Amazônia, o tema é motivo de controvérsia no lado brasileiro da floresta. No Amazonas e no Pará, iniciativas para liberar foram barradas, mas, no ano passado, Tocantins e Mato Grosso, tornaram-se os primeiros estados da Amazônia a autorizar a criação da espécie em tanques-rede dentro de lagos de usinas hidrelétricas.

    Em Rondônia, o maior produtor de peixe nativo do país, a produção de peixes exóticos está proibida, mas uma pesquisa em andamento da Universidade Federal de Rondônia (Unir) tem encontrado tilápia em ambientes naturais. 

    No Amazonas, mesmo proibida, a tilápia também foi introduzida ilegalmente na região de Manaus e em outros ambientes naturais, adverte  Guillermo Estupiñán, especialista em recursos pesqueiros da ONG WCS Brasil. “Mas não temos informações da sua situação atual e dos seus impactos na escala que se encontram. Precisamos gerar conhecimento sobre o tema, urgentemente.”

    Introduzir tilápia na Amazônia é má ideia, adverte o governador da região (estado) de San Martín, Pedro Bogarín. “É impossível controlar. A tilápia é tão maldita que não sei se voa ou vai por debaixo da terra, mas é encontrada fora dos tanques. Encontramos tilápias grandes nos rios e, para chegar a esse tamanho, comeram ovas de outros peixes. É um erro gravíssimo que estão cometendo”, disse à Folha. 

    Entre os impactos da lagoa, uma das principais atrações turísticas da região, Bogarín cita o desaparecimento de uma concha rosada, antes usada para artesanato, e uma grande mortandade de tilápias no ano passado, provocada por um vírus até então inédito na região.

    “Vou escrever ao governador [do Amazonas] para que não caia na tentação. São tantos peixes amazônicos para criar”, diz Bogarín, que também é piscicultor, especializado em pirarucu. Para este ano, diz, ele pretende soltar alevinos de peixes amazônicos em cursos d’água onde a presença de tilápia é maior para tentar mitigar o impacto.

    A preocupação é compartilhada pelo biólogo Hernán Ortega, da Universidad de San Marcos e um dos principais especialistas peruanos sobre o assunto. Ele afirma que medidas como o uso de tanques de rede e a reversão sexual (para impedir a reprodução) são insuficientes e adverte contra planos do governo peruano para incentivar a tilápia em outras áreas da Amazônia do país.

    “Seria a mais séria ameaça para a diversidade de peixes, porque a tilápia do Nilo estaria livre para dominar as lagoas e rios de corrente fraca”, afirma Ortega, responsável por uma coleção de peixes de água doce peruanos com 650 mil exemplares de 1.100 espécies.

    A entrevista com Bogarín foi realizada durante a Conferência do Bom Crescimento, organizada pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), que reuniu cerca de 300 representantes de governo nacionais e regiomais, de organismos multilaterais e de ONGs para discutir práticas agrícolas conciliadas à preservação ambiental.

    Um dos presentes, o presidente da Naturatins (Instituto Natureza do Tocantins), Marcelo Soares, participou do processo de licenciamento da tilápia em tanques-rede, que, conta, levou nove anos até ser aprovado pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema).

    Soares afirma as exigências são rígidas e incluem reversão sexual, um formato específico de tanque-rede e um estudo prévio sobre o local onde será montado o empreendimento. “A licença ambiental só será emitida quando estiver comprovado de que não há risco”, diz o presidente do órgão responsável por esse trabalho.

    Segundo ele, o processo ocorreu por causa da pressão de empresas estrangeiras em produzir tilápia, principalmente no lago formado após a construçao de usina hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães. A ideia é de que boa parte produção seja para exportação. Até agora, nenhum empreedimento está em funcionamento.

    Peixe de retorno rápido e de fácil reprodução, a tilápia é, de longe, o principal produto da piscicultura brasileira. No ano passado, chegou a 400,2 mil toneladas, um crescimento  de 11,9% em relação a 2017. O volume representa 55,4% dos peixes de cultivo produzidos no Brasil _o principal estado produtor é o Paraná. 

    Por outro lado, a produção de peixes nativos caiu 4,8% no ano passado, com 287,9 mil toneladas. Todos os cinco maiores produtores estão na Amazônia Legal (RR, MT, MA, PA e RR). Os dados são do Anuário 2019 da Associação Brasileira da Pisicultura (Peixe BR).

    EMBRAPA

    Apesar de conduzir várias pesquisas sobre piscicultura na Amazônia, a Embrapa ainda não tem uma posição sobre a tilápia, na região, explica a Eric Routledge, chefe adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da unidade de Palmas, especializada em Pesca e Aquicultura.

    O pesquisador lembra que o tambaqui, de origem amazônica, ó peixe nativo mais produzido no Brasil, mas ressalva que “os produtores de peixes nativos ainda não dispõem de tecnologias que possam tornar a atividade competitiva frente a outras espécies de peixes. A Embrapa tem, em sua carteira de projetos, ações que pretendem em médio prazo superar esses desafios.”

    Na avaliação de Estupiñan, mesmo que o ambiente aquático sofra com ameaças maiores, a tilápia não pode ser ignorada: “Os principais impactos para a pesca são a degradação de paisagens aquáticas, projetos de infraestrutura e da indústria extrativa, mas a introdução de espécies exóticas, não apenas de peixes, agrega poder a uma degradação lenta e talvez invisível da Amazônia”.

    O repórter Fabiano Maisonnave viajou à Amazônia peruana a convite do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento).

    Baseado na reportagem, responda!

    1. A tilápia e considerada uma “espécie exótica” na Bacia Amazônica. Justifique.
    2. Segundo o texto, qual a relação entre a nossa matriz energética e a piscicultura?
    3. É possível perceber a contradição entre interesses econômicos e proteção ambiental? Justifique.
  • Frio Tropical (avaliação)

    Frio Tropical (avaliação)


    Parque Nacional do Itatiaia registra -5,2 ºC, novo recorde de frio no Brasil em 2019

    26/05/2019 16h57  Atualizado há 15 horas

    O Parque Nacional do Itatiaia, no Sul do Rio de Janeiro, registrou a temperatura mais baixa de 2019 de todo o Brasil, durante o início da manhã deste domingo (26). Por volta de 7h, os termômetros marcaram -5,2 ºC na estação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que fica dentro da reserva a 2.452 metros de altitude.

    O recorde anterior desse ano também tinha sido no parque, no dia 20 de abril, quando os termômetros marcaram -4,1ºC. A estação no parque é monitorada pelo pesquisador em climatologia Carlos Dias, que verifica a temperatura nos pontos mais frios do Brasil. A expectativa é que esse recorde seja superado na madrugada ou na manhã desta segunda-feira (27).

    Veja as menores temperaturas de 2019 (Inmet/Epagri)

    • -5.2 – Parque Nacional do Itatiaia (RJ) – 26/05
    • -0.2 – Urupema (SC) – 09/04
    • 0.3 – Bom Jardim da Serra (SC) – 30/04
    • 0.4 – Urubici (SC) – 09/04
    • 2.3 – Curitibanos (SC) – 26/05
    • 2.6 – São Joaquim (SC) – 26/05
    • 3.0 – Bom Jesus (RS) – 26/05
    • 3.2 – Frei Rogério (SC) – 26/05
    • 3.4 – Ponte Alta do Norte (SC) – 26/05
    • 3.4 – Lebon Régis (SC) – 26/05
    • 3.8 – Quaraí (RS) – 25/05
    • 3.8 – Vacaria (RS) – 26/05
    Parque Nacional do Itatiaia registra  -5,2 ºC, novo recorde de frio no Brasil em 2019 — Foto: Divulgação/Parque Nacional do Itatiaia
    Parque Nacional do Itatiaia registra -5,2 ºC, novo recorde de frio no Brasil em 2019 — Foto: Divulgação/Parque Nacional do Itatiaia

    Primeiro parque do Brasil

    Parque Nacional do Itatiaia foi criado em junho de 1937 e foi o primeiro parque nacional do país, de acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que administra o local. Ele fica na Serra da Mantiqueira — entre os estados Minas Gerais, Rio de Janeiro, e próximo à divisa com São Paulo. Os limites alcançam os municípios de Itatiaia (RJ), Resende (RJ), Itamonte (MG) e Bocaina de Minas (MG). Inicialmente abrangendo uma área de aproximadamente 12 mil hectares, ele foi ampliado para 28 mil hectares em de setembro de 1982.

    Com altitude de 2.791,5m, o Pico das Agulhas Negras é o quinto ponto mais elevado do Brasil e o maior do Estado do Rio de Janeiro. As “Agulhas Negras” são ranhuras talhadas pela ação da água da chuva, carregada de gás carbônico, por milhares de anos. O maior do país é o Pico da Neblina com 2.993,8m, o segundo é o Pico 31 de Março com 2.972,7m, o terceiro é o Pico da Bandeira com 2.892m e o quarto é a Pedra da Mina com 2.798m. Entre os dez maiores, ainda está outro ponto do PNI, em nono lugar, a Pedra do Sino de Itatiaia com 2.670m de altitude.

    Pelo aniversário de 80 anos da reserva, o local recebeu Medalha Tiradentes, a mais alta condecoração concedida pela Alerj. E também uma cadeira de rodas especial para que deficientes físicos possam ter acesso à parte alta do parque.

    Pico das Agulhas Negras, em Itatiaia, no sul do RJ, ponto mais alto do estado.  — Foto: Adriana Mattoso/PNI
    Pico das Agulhas Negras, em Itatiaia, no sul do RJ, ponto mais alto do estado. — Foto: Adriana Mattoso/PNI

    Questões

    1. Aponte a região brasileira onde há o predomínio de cidades com aas menores temperaturas do Brasil?
    2. Por que o Parque Nacional do Itatiaia se encontra na Região Sudeste, no entando, apresenta uma das menores de temperaturas do Brasil?
    3. Explique o contexto histórico da criação do Parque Nacional do Itatiaia.
    4. Como são formadas as “Agulhas Negras” que dão nome ao quinto ponto mais elevado do Brasil?
    5. Segundo o quadro de temperaturas baixas registradas na reportagem, é possível perceber que elas ocorreram, sua maior parte, nos dias 25/26 de Maio de 2019. Por que isso ocorreu?

     Fonte: https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/noticia/2019/05/26/parque-nacional-do-itatiaia-registra-52-oc-novo-recorde-de-frio-no-brasil-em-2019.ghtml

     

    Luciano Mannarino.

  • Campeões de Energia limpa! (avaliação)

    Leia o Texto do Link e responda!!!

    https://economia.uol.com.br/reportagens-especiais/estados-producao-energia-solar-eolica/index.htm#campeoes-da-energia-limpa

    Questões

    1. Explique o princípio da produção de energia elétrica através de fonte Eólica.
    2. Explique o princípio de produção de energia elétrica através de fonte Solar.
    3. Por que os Estados do Nordeste possuem as maiores condições naturais para produção de energia elétrica através de fontes alternativas no Brasil?

    Prof Luciano Mannarino

  • “Testamento”

    Por cima uma laje embaixo a solidão!

    Ē fogo irmão…é fogo irmão….

    (V.M)