











Modelos de atividades para a Sala de Aula (Geografia)

Sobre o debate da “Escolas sem partidos”.
Bom, com cerca de 20 anos de ensino público e privado como professor, me credencio a falar sobre isso.
Tentarei se didático. Vício de Professor. Faz parte!!!
Quando um processo de descolonização varreu o continente africano, após a segunda grande guerra, os países recém independentes foram “convidados” a se posicionar no contexto na guerra fria.
O país recebia apoio americano e soviético para se “posicionar” quando sua maior urgência era: Como construir um Estado Moderno diante das demandas de sociedades multiétnicas tribais?
Obs. Até hoje não conseguiram isso…
Alguns chegaram a negar a bipolaridade quando fizeram parte dos países Não Alinhados na Conferência de Bandung em 1955.
Pois bem, guardadas as devidas diferenças e proporções, vejo jovens alunos com dilema parecido: Como me construir como ser humano? (tarefa hoje extremamente dolorosa) antes de ser progressista, liberal, marxista, conservador, religioso e Cia.
e acaba fazendo com que o grupo dos “descolados” aumente cada vez mais numa sala de aula!!!

Foi disponibilizado a nova versão do Mapa Tectônico da América do Sul no site do CPRM.
“A nova versão Mapa Tectônico da América do Sul é uma realização conjunta do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e do Serviço Geológico e Mineiro da Argentina (SEGEMAR), sob a égide da Comissão da Carta Geológica do Mundo (CGMW). O mapa atualiza as informações geológicas, geocronológicas, geofísicas, abrangendo ainda os tipos e idades das rochas, as características da crosta terrestre bem como a história geológica do continente Sul Americano. Adicionalmente, são apresentadas informações sobre as margens continentais e áreas oceânicas adjacentes ao continente”
Para meus amigos de Geografia, alunos e curiosos…
Não custa nada dá uma olhada antes de trabalhar alguns conceitos como: Solo, Deviva Contintenal, Tectônica de Placas, Relevo, Sismos na América do Sul e etc.

O grupo que viabilizou a Transolímpica recebeu cerca de 1 bilhão de reais da prefeitura para a sua construção e ganhou a licitação para explorar a mesma via ao longo de 35 anos.
Até a década de 90 as grandes empreiteiras só construíam essas grandes obras: metro, hidrelétricas, rodovias, etc.
Hoje, sob a bandeira do neoliberalismo que diz que o “Estado” não sabe ser empresário, elas advogam que as obrar devem ser mantidas por grupos privados, isto é, eles mesmos.
Ganham na construção e agora ganham na manutenção de vias que cortam partes importantes de uma mesma cidade: a Transcarioca tem uma história parecida.
Uma covardia para seus moradores na medida em que o pedágio se dá nos dois sentidos…
Obs. A maior parte das empresas que participaram dos certames para decidir qual grupo iria explorar estão prestando esclarecimentos a operação lava a jato!!!
O Estado brasileiro é um balcão de negócios para esses grupos!!!