Povo: Conjunto de pessoas que falam a mesma língua, têm costumes e interesses semelhantes, história e tradições comuns.
Espectador: Aquele que assiste a um espetáculo.
Reflexões, poesia…tudo!

Povo: Conjunto de pessoas que falam a mesma língua, têm costumes e interesses semelhantes, história e tradições comuns.
Espectador: Aquele que assiste a um espetáculo.

A beleza do arco íris se encontra no conjunto de todas as cores e não em cada uma delas.
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Consultei, sem o rigor científico, várias pessoas e algumas respostas do pessoal acima de 40 anos me chamaram atenção por serem bastantes semelhantes e isso me levou fazer uma interessante reflexão. Quem nasceu nas décadas de 1960/1970 e não teve algum parente ou conhecido mais politizado e nunca viajou para outros países, acabou percebendo o mundo de maneria bem particular, isto é, a maior parte do povo brasileiro.
Por quê?
Porque tudo era censurado: televisão, jornais, ensino, artes, etc. Não tínhamos referencial. A opressão foi tão eficiente que achávamos ser natural ter um general presidente sem ser escolhido pelo voto direto. A coisa era tão consolidada que pensávamos que o mundo todo vivia dessa forma.
E era dentro dessa realidade que tínhamos que buscar nossa realização pessoal, nossa felicidade. Sim, fomos induzidos a sermos felizes com tão pouco como por exemplo: esticar uma cadeira de praia na calçada, numa noite de verão, para conversar com os amigos até altas horas da madrugada enquanto cumprimentava todos que passavam. Penso que essa “felicidade” que Bolsonaro parece garantir, devolver e resgatar acaba drenando votos dessa parcela do eleitorado.
Sou desse tempo e sei que o voto dessas pessoas esconde um saudosismo, uma melancolia de terem vividos “bons tempos”, MAS ACREDITO QUE BOLSONARO E NINGUÉM PODE TRAZER ESSES TEMPOS DE VOLTA USANDO OS MESMOS MECANISMOS, POIS A FELICIDADE OBTIDA A PARTIR DA OPRESSÃO NÃO É LEGÍTIMA.
O interessante é que isso é uma prova de que a liberdade, democracia, direitos coletivos são conceitos relativos e facilmente moldados…e a felicidade também…
Prof. Luciano Mannarino.


– A máquina é fabricada na China pela francesa Arno (Sim, não é mais brasileira) com algumas matérias primas do Brasil.
– A Dolce Gosto pertence ao grupo suíço Nestlé (não existe nenhum pé de café nesse país)
– O produto ē produzido e exportado através da filial Italiana (com café verde plantado no Brasil)
O que me estranha é que devemos compreender essa realidade como fruto de um processo de competitividade onde nosso país não soube aproveitar as chances que dispunha para uma inserção mais soberana no comércio mundial e mais nada???
Qualquer análise sobre nossa soberania econômica deve levar em consideração o papel de grandes grupos empresariais e países que se beneficiaram e se beneficiam da nossa condição de exportador de matéria prima e consumidor de bens industriais.
É possível reverter essa condição não tendo soberania sobre nossas riquezas???
É possível refletir sobre isso sem ser chamado de chamado de comunista, bolivariano, marxista???
Prof Luciano Mannarino

Quando estamos diante de um filme inédito somos jogados a um universo repleto de possibilidades, no entanto, tratasse de uma obra que foi concebida a partir de centenas de profissionais: roteiristas, figurinistas, atores, fotógrafos, etc, sob a batuta de um diretor. Um trabalho que, em alguns casos, demorou anos para ser finalizado.
E os nossos sonhos?
Quase toda noite somos jogados a universos onde nos é apresentado roteiros de situações paradoxais, com direito a todos os elementos das grandes produções hollywoodianas e, na maioria dos casos, somos os protagonistas.
Eu sei que no cinema, o filme é rodado a partir de um projetor que contém toda a obra (começo, meio e fim), mas num sonho onde fica o lugar que abriga o nosso “projetor”? Onde vivem e quais são todos os “profissionais” que participaram de sua elaboração?
Dos produtores até o porteiro….
Onde fica nossa “hollywood”?
Com a palavra Freud…