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  • Dornelles agradece…

    Dornelles agradece…

    O funcionário público que, efetivamente, não abraçar a luta contra o descaso, indiferença e  a  total falta de  respeito a sua classe, está ao lado desses canalhas.

    Não é uma simples luta salarial.

    A fase de assistir os colegas apanhando  enquanto  janta passou!!!

    Nossa política econômica foi entregue nas mãos de banqueiros e empresários.

    Sabemos como esses caras pensam e agem.

    Tudo passa a ser visto como custo.

    Falo isso para todos os profissionais…inclusive os  policiais, professores, médicos, etc, que veem a carreira pública como um bico…

    Não existe o “ficar em cima do muro” quando o que está em jogo é algo muito mais grave que pensamos.

    Todos perdem..todos.

     

     

  • Estado Islãmico…

    Estado Islãmico…

    O EI foi, basicamente, criado por uma perversa equação onde temos várias variáveis, da quais, eu elenco algumas abaixo:

    – O vácuo de poder após a saída de Sadan Russein do Iraque.

    – Os ventos da “primavera árabe” que atingiram o Oriente Médio.

    – Fundamentalismo islâmico.

    Esse “exército” foi responsável por várias atrocidade como a tentativa de destruição da cidade histórica de Palmira (Síria) quando ela esteve sob seu domínio.

    A cidade é um museu ao ar livre com monumentos, esculturas, objetos (alguns com quase 10.000 anos) que contam boa parte da história da nossa civilização.

    Vejo isso como uma metáfora sobre a vida…

    Destruímos aquilo que não compreendemos…

  • Solução???

    Solução???

    A cidade cheia de ameaças e terrores nos empurra para o convívio privado e íntimo.

    Ficar em  é uma solução para nos fornecer segurança e é, também, uma necessidade empresarial para um dos setores que mais próspera nesses dias: A TV a Cabo.

    O mundo é dos Nets!!!!

     

    “As grades do condomínio são para trazer proteção mas também trazem a dúvida se é você que está nessa prisão”

    (Rappa)

  • I’m carioca and I hate Rio 2016

    I’m carioca and I hate Rio 2016

    O pessoal tá perguntando…por quê????

    Estamos repetindo os mesmos erros dos gregos  em Atenas 2004 e os mesmos erros da nossa Copa de 2014

    – legado de “elefantes brancos”
    – obras superfaturadas
    – obras de necessidade duvidosa
    – elevadíssima dívida paga pelas futuras gerações

    Quando não aprendemos com os erros do passados estamos amaldiçoados a revivê-los

     

     “Não me convidaram pra essa festa pobre,
    Que os homens armaram pra me convencer”

    (cazuza)

    I’m carioca 

    and  I  hate

    Olympia_2016_-_Rio.svg_-1200x1216 (1)

  • Expectativa…

    Expectativa…

     

    Reflexões sobre a perda de um aluno para o crime…

    – O jovem, destituído de laços familiares e fragilizado pela falta de perspectiva, é facilmente cooptado por facções criminosas. É o “soldado” perfeito: Obediente, determinado e  disposto a lutar em nome do “clã” que o acolheu.

     – O crime permite o acesso a armas e com elas o poder, o prestígio que nunca teve até então. Pode-se obter um harém ao desfilar armado pela comunidade. É um poder tirânico, mas pouco importa.

    – Sua vida se tornou uma aventura  efêmera e persebe isso  ao contemplar o destino dos seus novos amigos. A estratégia é sobreviver até o próximo final de semana onde o ” batidão” é ouvido como um mantra redentor nos bailes.

    – O ímpeto, a audácia, a inquietação, a energia, inerente a juventude, são barbaramente canalizados para essa perversa lógica de vida. O crime torna-se um triturador de expectativas.

    – Quando precisam se capitalizar recorrem a arrastões, homicídios, roubos, furtos, etc.  E é nesse momento que nossos destinos se cruzam de  maneira dolorosa numa tragédia anunciada, porém ignorada por acharmos que as “fatalidades” só acontecem com os outros. Nossos universos são desiguais, porém entrelaçados.

    – Sua vida se resume a lutar contra inimigos mortais: facção rival, polícia/milicianos dentro do seu pequeno universo.   Uma luta que alimenta seu ódio e o cega. Seu destino é selado, alguns meses depois, e ele se vai  antes ter a consciência dos seus reais inimigos e dos erros cometidos.

    – E isso não se constitui problema para a facção criminosa.  Encontrar novos “irmãos’ não é difícil, pois  as comunidades são verdadeiros celeiros de expectativas ou não. A sua arma procura outro dono, cúmplice, algoz e vítima.

    – Inicia-se a nossa luta…

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    A sequência acima foi colocada de maneira intencional para demonstrar o início o meio e o fim de uma expectativa…

    obs. participe do meu site: geoverdade.com

    abraços a todos..