Categoria: Geologia

  • Era pós-petróleo redesenha o Oriente Médio

    Era pós-petróleo redesenha o Oriente Médio

    Países árabes buscam modernizar economia e veem um parceiro em Israel

    Prêmio Nobel da Paz em 1994, o líder israelense Shimon Peres (1923-2016) celebrizou a expressão “um novo Oriente Médio” ao apontar a cooperação econômica como fator a transformar inimigos em parceiros numa das regiões mais turbulentas do cenário global. A previsão finalmente ganha contornos nítidos, com o recente anúncio do acordo entre Israel e Emirados Árabes Unidos.

    O histórico tratado, ainda a ser assinado, apresenta como motor fundamental a chamada era pós-petróleo. Países árabes, em particular alguns situados no golfo Pérsico, passaram a enxergar Israel com outros olhos diante da necessidade de ingressar numa fase marcada pelo declínio da economia petrolífera.

    Bandeiras de Israel e dos Emirados Árabes Unidos em estrada em Netanya
    Bandeiras de Israel e dos Emirados Árabes Unidos em estrada em Netanya – Nir Eliar – 17.ago.20/Reuters

    Fatores geopolíticos, sem dúvida, compõem também a equação. Na disputa por zonas de influência no Oriente Médio, ambições expansionistas do Irã contribuem decisivamente para a aproximação de seus arqui-inimigos regionais, Israel e monarquias do golfo Pérsico lideradas pela Arábia Saudita.

    No entanto, o fator primordial a transformar antigos adversários em novos aliados chama-se era pós-petróleo. Dirigentes de países como Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos passaram a ver um potencial parceiro em Israel quando constataram o esgotamento da sua fórmula de governar no século 20.

    No passado recente, lideranças árabes governavam apoiados no tripé petróleo-ditadura-narrativa anti-Israel. Na economia, bastava confiar na bonança petrolífera, sem diversificar ou modernizar a atividade produtiva.

    No segundo fator do tripé, ditaduras congelavam dinâmicas política e social. Com a riqueza do petróleo e o autoritarismo, regimes árabes recorriam à narrativa anti-Israel como válvula de escape para obter mobilizações populares

    Plano de Netanyahu pode aumentar tensões entre Israel e Palestina

    Primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, em encontro semanal do gabinete de governo, em Jerusalem, em 28 de junho.
    Primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, em encontro semanal do gabinete de governo, em Jerusalem, em 28 de junho. Ronen Zvulun/AFP
    Tzvi Succot, 29, de uma família ultra-ortodoxa, caminha com a filha no assentamento de Yitzhar, ao sul da cidade palestina de Nablus, na Cisjordânia.

    Discursos oficiais descreviam a criação de Israel como “principal catástrofe do mundo árabe” e posicionavam as reivindicações palestinas no epicentro das estratégias emanadas do Cairo ou de Riad.

    A chegada do século 21, no entanto, corroeu o tripé, a começar pelo petróleo. A perda de relevância se evidencia com quedas vertiginosas em sua cotação e com a busca por fontes alternativas de energia.

    A partir de 2010, a Primavera Árabe, com manifestações de rua, derrubada de ditadores e guerras civis, demonstrou, a dirigentes no Oriente Médio, a necessidade de dinamizar o modelo econômico, gerar empregos e aplacar a crescente insatisfação popular.

    Ou seja, canalizar a revolta e a frustração para a narrativa anti-Israel deixou de ser suficiente. Evidenciou-se o esgotamento do tripé petróleo-ditadura-narrativa anti-Israel.

    Na nova equação, a opção por regimes autoritários se mantém. Prioriza-se agora a mudança do modelo econômico, com ênfase na diversificação das atividades e diminuição da dependência da indústria petrolífera. É a transição à era pós-petróleo.

    Arábia Saudita e as monarquias do golfo Pérsico embarcaram em planos para modernizar suas economias. Emirados Árabes Unidos, por exemplo, buscam se tornar polo de inovação e até lançaram uma sonda a Marte, iniciativa inaudita no Oriente Médio.

    Com as mudanças, sauditas e seus aliados reavaliaram a estratégia para o conflito israelo-palestino e a relação com Israel. Passaram a ver o ex-inimigo como parceiro, dono de soluções tecnológicas em defesa, segurança cibernética, agricultura no deserto, dessalinização de água, entre outras.

    Perspectivas de investimento e de comércio também fortalecem a aproximação, exemplificada pelo acordo entre Israel e Emirados Árabes Unidos. Ao que tudo indica, Shimon Peres tinha razão.Jaime Spitzcovsky

    Jornalista, foi correspondente da Folha em Moscou e Pequim.

    Prof. Luciano Mannarino

  • Erupção de vulcão lança nuvem de cinzas gigantesca no céu da Indonésia. (atividade)

    Erupção de vulcão lança nuvem de cinzas gigantesca no céu da Indonésia. (atividade)

    Sinabung entra em atividade pela segunda vez em três dias

    10.ago.2020 às 16h15

    JACARTA | REUTERS

     

    O vulcão Sinabung, na Indonésia, entrou em erupção nesta segunda-feira (10), lançando uma nuvem de cinzas de 5 km de altura que escureceu o céu durante a manhã na ilha de Sumatra.

    Imagens registradas por moradores mostram a espessa nuvem de cinzas se elevando do topo do vulcão, localizado a 2.460 metros de altitude. “O som era como o de um trovão e durou menos de 30 segundos”, disse Fachrur Rozi Pasi, morador da parte norte da ilha, à agência de notícias Reuters.

    Vulcão Sinabung lança espessa nuvem de cinzas a uma altura de 5 km após erupção nesta segunda (10) – Anto Sembiring – 10.ago.2020/AFP

    Nenhuma morte foi registrada, e uma porta-voz da Autoridade de Aviação Civil da Indonésia afirmou que os voos seguem operando na região. É a segunda vez que o Sinabung entra em atividade em três dias. No sábado (8), autoridades alertaram residentes e turistas sobre a possibilidade de fluxos de lava.

    Moradores também foram orientados pela agência de vulcanologia do país a manterem uma distância de um raio de 3 km do Sinabung e a usarem máscaras para minimizar os efeitos das cinzas que caem do céu.

    O vulcão se manteve inativo por séculos. Desde 2010, porém, uma série de erupções vem ocorrendo. Em 2014, uma delas deixou 16 mortos. Em 2016, sete pessoas morreram. A última havia sido em junho de 2019.

    Vulcão Sinabung lança nuvem espessa de cinzas no céu da Indonésia

    A Indonésia é um dos países com maior atividade vulcânica no mundo, com cerca de 130 vulcões ativos no chamado “Círculo de Fogo”, cinturão vulcânico em torno das margens do Oceano Pacífico.

    A erupção vulcânica mais mortal no país nos últimos anos foi a do Monte Merapi, perto da cidade densamente povoada de Yogyakarta, no centro de Java.

    O vulcão entrou em erupção no fim de 2010, matando mais de 350 pessoas.

     

    https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2020/08/erupcao-de-vulcao-lanca-nuvem-de-cinzas-gigantesca-no-ceu-da-indonesia.shtml

     

     

    Questões.

    1. Por que os solos próximos a vulcões apresentam grande fertilidade?

    2. Por que o Círculo de Fogo apresenta uma grande quantidade de vulcões ativos?

    3. Explique a formação de Rochas Magmáticas extrusivas. Exemplifique.

     

    Prof. Luciano Mannarino

  • Terremoto de magnitude 7,4 atinge o México, mata 6 e gera alerta de tsunami (atividade)

    Terremoto de magnitude 7,4 atinge o México, mata 6 e gera alerta de tsunami (atividade)

    Tremor teve epicentro no estado de Oaxaca, mas foi sentido também na capital

    CIDADE DO MÉXICO | REUTERS e AFP

    Um terremoto de grandes proporções atingiu nesta terça-feira (23) a região sul do México e deixou pelo menos seis mortos no estado de Oaxaca, segundo a agência de proteção civil do país.

    O tremor, de magnitude de 7,4, de acordo com o serviço sismológico dos EUA, gerou um alerta de tsunami para a costa do país, assim como para os países da América Central, além de Equador, Peru e Havaí.

    Segundo o órgão americano, as ondas podem chegar a três metros de altura nessas regiões.

    O epicentro do tremor ocorreu próximo ao vilarejo de Santa María Zapotitlán, na costa do Pacífico, mas também foi sentido na Cidade do México, que fica 500 quilômetros ao norte.

    Os moradores da capital deixaram os prédios assustados, mas não há registro de destruição em larga escala ou de vítimas na cidade.

    “Felizmente não há muitos danos. De toda forma, continuamos pedindo que ajam com cautela por causa de tremores secundários. Que todos se cuidem sem nos angustiarmos”, disse o presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, em um vídeo transmitido nas mídias sociais.

    Miguel Candelaria, 30, da cidade de Juchitan, no estado de Oaxaca, disse que era impossível caminhar e que a rua “parecia um chiclete”.

    Quando o terremoto começou, ele correu com sua família para fora de casa, mas teve de parar no meio da rua enquanto o asfalto se curvava e balançava. Vizinhos gritavam aterrorizados, e outras pessoas alertavam para a possível queda de postes de energia.

    Pacientes e funcionários de uma clínica na Cidade do México aguardam na rua após o tremor
    Pacientes e funcionários de uma clínica na Cidade do México aguardam na rua após o tremor – Claudio Cruz/AFP

    A agência de proteção civil do México recomendou que os moradores se afastassem da costa para evitar um possível tsunami. Vídeos nas mídias sociais mostraram a água do oceano recuando em Oaxaca.

    Ainda que tenha tranquilizado sobre o panorama na Cidade Do México, Obrador afirmou que ainda aguarda informações mais detalhadas sobre a situação no epicentro do tremor — Oaxaca, um estado montanhoso, é conhecido pelas plantações de café e pelos resorts na praia.

    Terremotos de magnitude acima de 7 são capazes de causar danos generalizados. Em 2017, um tremor de 7,1 deixou 355 mortos no México.

     

    2. Por que essa região do México é propensa a ocorrência de Abalos Símicos?
    3. Por que a maré fica vazante antes de um tsunami?
    4. Estabeleça diferenças entre o epicentro e o hipocentro de um Abalo Sísmico.
    5. O número de vítimas fatais desse tipo de evento somente se relaciona com a intensidade dele? Justifique.
    Prof. Luciano Mannarino.
  • TIPOS DE ROCHAS E CICLO DAS ROCHAS (vídeo e atividades)

    TIPOS DE ROCHAS E CICLO DAS ROCHAS (vídeo e atividades)

    Avaliação Oral

    Formação do Planeta Terra

    1. Como se formou o planeta Terra dentro do sistema solar?
    2. O que é a teoria da acreção e como ela explica a origem da Terra?
    3. Como era a Terra primitiva em comparação com a Terra atual?
    4. Como se formaram a atmosfera e os oceanos no planeta?
    5. Por que a presença de água em estado líquido foi tão importante para o surgimento da vida?

    Tempo Geológico

    1. O que é o tempo geológico e por que ele é dividido em éons, eras, períodos e épocas?
    2. Quais são as principais eras geológicas e o que marcou cada uma delas?
    3. Em qual era geológica vivemos atualmente? Qual o nome do período atual?
    4. O que os fósseis revelam sobre o tempo geológico e a história da Terra?
    5. Como os cientistas conseguem saber a idade das rochas e dos fósseis?

    Ciclo das Rochas

    1. Quais são os três principais tipos de rochas e como cada um deles se forma?
    2. O que é o ciclo das rochas e qual a sua importância para entender a dinâmica da Terra?
    3. Como uma rocha sedimentar pode se transformar em uma rocha metamórfica?
    4. O que diferencia uma rocha magmática intrusiva de uma extrusiva? Dê exemplos.
    5. De que maneira o intemperismo e a erosão participam do ciclo das rochas?

    Veja também…

    Tipos de Rochas (formação)

    VÍDEO – FORMAÇÃO DOS ANDES – TERRA NEGRA

    Os abalos sísmicos e os países 

    Terremoto de magnitude 4,7 atinge cidades da região norte do Brasil

    Prof. Luciano Mannarino.

  • Plano de Aula: CAMADAS DA TERRA E ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO

    Plano de Aula: CAMADAS DA TERRA E ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO

    Aula: Escala Geológica do Tempo (Ensino Médio)

    Objetivo: 

    Compreender os principais eventos e divisões da história da Terra a partir da escala geológica do tempo, relacionando-as aos grandes eventos biológicos e geológicos.

    1. Introdução à Escala Geológica do Tempo 

    A escala geológica do tempo é uma forma de medir e representar a longa história da Terra, que tem aproximadamente 4,6 bilhões de anos. Ela divide o tempo em intervalos organizados por eventos geológicos e biológicos significativos, como o surgimento de novos tipos de vida, grandes extinções, e transformações no planeta.

    Exemplo prático para os alunos: 

    – Pense em uma linha do tempo da história humana, que começa na pré-história e chega aos dias atuais. A escala geológica é como essa linha, mas aplicada à história da Terra.

    2. Principais Divisões da Escala Geológica 

    A escala é dividida em quatro éons, que são os maiores intervalos de tempo. Esses, por sua vez, são subdivididos em eras, períodos, épocas e idades.

    – Éons: Hadeano, Arqueano, Proterozoico e Fanerozoico (o mais recente e onde estamos).

      Importante para os alunos:

      – O Fanerozoico começou há 541 milhões de anos e abrange a maior parte da vida visível, como plantas, dinossauros, mamíferos e humanos.

    – Eras do Fanerozoico:

      – Paleozoico (vida antiga): surgimento dos primeiros seres multicelulares.

      – Mesozoico (vida intermediária): era dos dinossauros.

      – Cenozoico (vida recente): surgimento dos mamíferos e, mais tarde, dos humanos.

    3. A História dos Fósseis e a Vida na Terra 

    Os fósseis encontrados nos diferentes estratos geológicos permitem aos cientistas compreender quando e como as diferentes formas de vida surgiram e se extinguiram. O estudo dos fósseis nos dá pistas sobre as mudanças climáticas e os grandes eventos de extinção, como a extinção dos dinossauros no final do período Cretáceo (Mesozoico).

    Atividade prática: 

    Peça aos alunos para criarem uma linha do tempo, usando papel e régua, marcando os principais eventos que aprenderam, como:

    – Surgimento dos dinossauros (Triássico)

    – Extinção dos dinossauros (fim do Cretáceo)

    – Surgimento dos primeiros seres humanos (Pleistoceno)

    4. Relação com a Atualidade: O Antropoceno 

    Discuta com os alunos a ideia do Antropoceno, uma nova época geológica que alguns cientistas defendem para marcar o impacto que os humanos têm tido sobre a Terra. Fale sobre o aumento das temperaturas, a destruição de ecossistemas e as mudanças climáticas que estão acontecendo rapidamente.

    Pergunta reflexiva: 

    – Como você acha que as atividades humanas podem ser registradas nas camadas de rocha do futuro?

     5. Conclusão 

    A Terra é muito mais antiga do que conseguimos imaginar. A escala geológica do tempo nos ajuda a entender como a vida evoluiu e se transformou ao longo dos bilhões de anos, e o que podemos fazer para proteger o futuro do nosso planeta.

    Dica para professores: 

    Ao final da aula, você pode sugerir vídeos curtos e interativos que expliquem os principais eventos da escala geológica do tempo, usando infográficos e animações para facilitar a compreensão visual.

    As Camadas do Planeta – Do Núcleo ao Final da Atmosfera (Ensino Médio)

    Objetivo: 

    Compreender as principais camadas da Terra, desde o núcleo até a atmosfera, e sua importância para o funcionamento do planeta.

    1. Introdução à Estrutura da Terra 

    A Terra é composta por diferentes camadas, cada uma com suas próprias características físicas e químicas. Essas camadas são divididas em duas partes principais: o interior da Terra (núcleo, manto e crosta) e a atmosfera. Cada uma dessas camadas desempenha um papel fundamental na dinâmica do planeta.

    2. Núcleo da Terra 

    O núcleo é a parte mais interna do planeta e pode ser dividido em duas regiões:

    – Núcleo Interno: 

      – Sólido, composto principalmente de ferro e níquel.

      – Altas temperaturas, que podem chegar a 5.000°C.

      – A pressão extrema mantém o núcleo em estado sólido, apesar do calor.

    – Núcleo Externo

      – Líquido, também composto por ferro e níquel.

      – Movimento do material gera o campo magnético da Terra, que protege o planeta da radiação solar.

    3. Manto 

    Acima do núcleo está o manto, que representa cerca de 84% do volume da Terra. Ele é dividido em duas partes:

    – Manto Inferior 

      – Mais rígido devido à pressão.

    – Manto Superior (onde ocorre o movimento das placas tectônicas): 

      – Comportamento mais plástico, permitindo a movimentação lenta das rochas.

      – O movimento do manto é responsável pela deriva continental e pela atividade vulcânica.

    4. Crosta Terrestre 

    A camada mais externa do planeta. Existem dois tipos principais de crosta:

    – Crosta Continental: 

      – Mais espessa (cerca de 30 a 70 km de profundidade) e composta por rochas como granito.

    – Crosta Oceânica: 

      – Mais fina (cerca de 5 a 10 km de profundidade), composta principalmente por basalto.

    A crosta é a camada onde vivemos e onde ocorrem fenômenos como terremotos e erupções vulcânicas.

    5. A Atmosfera 

    A atmosfera é uma camada de gases que envolve a Terra e é dividida em diferentes camadas, cada uma com suas funções específicas:

    – Troposfera (0 a 12 km): 

      – Camada mais próxima da superfície da Terra.

      – Onde ocorrem os fenômenos meteorológicos, como chuva e vento.

      – Contém cerca de 75% dos gases da atmosfera.

    – Estratosfera (12 a 50 km): 

      – Contém a camada de ozônio, que absorve grande parte dos raios ultravioletas do sol.

      – Aqui, a temperatura aumenta com a altitude.

    – Mesosfera (50 a 85 km): 

      – Camada onde a temperatura volta a cair drasticamente.

      – É a camada onde meteoros se desintegram ao entrar na atmosfera.

    – Termosfera (85 a 600 km): 

      – As temperaturas podem alcançar 2.000°C ou mais, mas o calor não é sentido da mesma forma, pois o ar é muito rarefeito.

      – Onde ocorrem fenômenos como a aurora boreal.

    – Exosfera*(600 km até 10.000 km): 

      – Camada mais externa da atmosfera, onde os gases gradualmente se dispersam no espaço.

      – Onde orbitam satélites artificiais.

    6. A Importância da Atmosfera 

    A atmosfera protege a vida na Terra de diversas maneiras:

    – Filtro solar: A camada de ozônio bloqueia os raios UV.

    – Regulação térmica: Mantém a temperatura adequada para a vida.

    – Oxigênio: Fornece o gás necessário para a respiração dos seres vivos.

    7. Conclusão 

    Veja também

    O que é a Crosta Terrestre?

    VÍDEO – TEORIA DA DERIVA CONTINENTAL

    Namazu e os terremotos. 

    Prof. Luciano Mannarino.