Categoria: Rio de Janeiro

  • Dia do padroeiro e aniversário do Rio confundem cariocas. (avaliação)

    Dia do padroeiro e aniversário do Rio confundem cariocas. (avaliação)

    O dia do padroeiro do Rio (São Sebastião) comemorado no dia 20 de janeiro, mas o aniversário da cidade é só em 1º de março. Muita gente confunde essas datas e a confusão tem uma justificativa histórica.

    No dia 1º de março de 1565, o português Estácio de Sá chegou à Baía de Guanabara, onde hoje fica o Forte da Urca. Uma historiadora explica que foi criada uma fortificação para defender a terra dos franceses que já estavam na região, e da resistência indígena. Mas a confusão de datas tem justificativa histórica, com duas versões.

    “Elas englobaram o Estácio de Sá como fundador no Morro Cara de Cão e o Mem de Sá que teria fundado o primeiro povoamento da cidade do Rio de Janeiro no Morro do Castelo que foi derrubado em 1922”, diz Claudia.

    Até os anos 30, o aniversário da cidade era comemorado em 20 de janeiro, tendo Mem de Sá, então governador geral do Brasil, como fundador, em 1567. A decisão que pôs fim à polêmica só saiu em 1965. Uma comissão de historiadores formada por determinação do então governador do Estado da Guanabara, Carlos Lacerda definiu este marco como o símbolo da fundação.

    O 20 de janeiro é o dia do padroeiro, e marco histórico da conquista e dominação portuguesa sobre os índios. Mas o parabéns para o Rio vai ter que esperar um pouquinho mais.

    https://globoplay.globo.com/v/3905607/

    Fonte: O Globo

    Questões

    1 Quais são as razões históricas que explicam a confusão entre as datas de 20 de janeiro e 1º de março em relação à fundação do Rio de Janeiro? Qual o significado de cada uma dessas datas para a cidade?

    2 Compare o papel desempenhado por Estácio de Sá e Mem de Sá na fundação e desenvolvimento inicial do Rio de Janeiro. Como cada um deles contribuiu de forma diferente para a história da cidade?

    3 Por que a decisão sobre a data oficial do aniversário do Rio de Janeiro só foi tomada em 1965? Qual foi o impacto dessa decisão e por que o processo demorou tanto para ser resolvido?

    4 Qual a importância simbólica e histórica do dia 20 de janeiro para o Rio de Janeiro, além de ser o dia do padroeiro? Como essa data reflete o processo de colonização e dominação portuguesa na cidade?

    5 Quais foram as consequências da derrubada do Morro do Castelo em 1922 para a memória histórica e o desenvolvimento urbano do Rio de Janeiro? De que maneira essa ação reflete o impacto da modernização na cidade?

    6 Como as ameaças dos franceses e da resistência indígena influenciaram a criação e o desenvolvimento inicial do Rio de Janeiro como uma cidade estratégica durante o período colonial?

    7 Por que a comemoração do aniversário do Rio de Janeiro foi alterada de 20 de janeiro para 1º de março? Quais fatores políticos, sociais e históricos podem ter influenciado essa mudança?

    8 Como os conflitos entre colonizadores portugueses, franceses e populações indígenas moldaram o desenvolvimento urbano e social do Rio de Janeiro nos primeiros anos após sua fundação?

    9 Qual a importância das comissões e das decisões históricas oficiais, como a que definiu o aniversário do Rio de Janeiro, para a preservação da memória coletiva e o reconhecimento de marcos históricos?

    10 Como as comemorações do aniversário de uma cidade, como o Rio de Janeiro, podem influenciar a forma como os cidadãos se veem e como a cidade é percebida pelo resto do país?

    Prof Luciano Mannarino

  • Centrais Termonucleares (avaliação)

    Centrais Termonucleares (avaliação)

    (manual do mundo)

    1) Aponte diferenças entre uma usina hidrelétrica e uma usina atômica.

    2) Como se produz energia elétrica a partir da fissão nuclear?

    3) Por que foi escolhido o município de Angra dos Reis para instalação das Usinas Atômicas?

    4) O que é “lixo atômico“?

    5) Aponte diferenças entre Angra 1 e Angra 2.

    6) Qual o papel da água do mar nas usinas atômicas brasileiras?

    7) Quais são as vantagens e desvantagens na produção energia elétrica através dessa fonte?

    8) Em que contexto histórico foi concedido o projeto nuclear brasileiro?

    Luciano Mannarino.

  • Êxodo Rural no Estado do Rio de Janeiro (avaliação)

    https://oglobo.globo.com/rio/exodo-na-zona-rural-rio-fechou-232-colegios-fora-das-areas-urbanas-em-quase-uma-decada-23728369

    RIO – Uma bandeira do Brasil ficou jogada no chão da sala de aula vazia. Nas paredes, restaram um “a-e-i-o-u” recortado em cartolina, desenhos de crianças e uma carta de Feliz Natal, de dezembro de 2016. Aquele foi o último mês em que a Escola Municipal Boa Sorte, numa área agrícola de mesmo nome em Cachoeiras de Macacu, abriu suas portas aos estudantes. Desde então, tomado pelo mato, o colégio entrou para as estatísticas de um desmonte da educação nas zonas rurais do Rio , que perderam 232 unidades de ensino de 2010 a 2018, segundo o mais recente Censo Escolar .

    No começo da década, eram 1.192 colégios, dos quais restaram 960 no ano passado, uma redução de 19,5%. De uma ponta à outra do estado, as construções abandonadas são um reflexo do êxodo rural que transforma regiões inteiras em despovoados sertões fluminenses, com número reduzido de alunos. Ao mesmo tempo, a falta de escolas contribui para o adeus de muitas famílias à roça.

    — Agora, toda criança e adolescente daqui estuda fora — conta Rafael Vasconcelos, de 16 anos, ex-aluno da Boa Sorte. — Um ônibus escolar pega os que não foram morar na cidade. Só que, às vezes, ele não passa, porque não tem óleo, ou quebra no caminho. Nos dias de chuva, com a estrada barrenta, o motorista também não vem.

    Num outro rincão do município, a Escola Estadual Faraó de Cima também fechou, e o terreno foi cercado por um muro, incorporado às terras do contraventor Luiz Pacheco Drumond, patrono da Imperatriz Leopoldinense. Os pequenos frequentam uma escolinha na localidade do Faraó de Baixo. Os mais velhos estudam na área urbana. E dependem de uma linha regular de ônibus, com para-choque quebrado e pneus carecas, que assim como acontece em Boa Sorte, às vezes nem circula.

    José Carlos Belgone mora em colégio desativado, em Santo Antônio de Pádua: livros apodrecem Foto: Antonio Scorza / Agência O Globo
    José Carlos Belgone mora em colégio desativado, em Santo Antônio de Pádua: livros apodrecem Foto: Antonio Scorza / Agência O Globo

    A bordo dele, desde os 10 anos, Roselene do Espírito Santo, hoje com 18, vai à escola. São 30 a 40 minutos sacolejando. Mas, para ela, essa é apenas uma etapa da viagem. Até chegar ao ponto de ônibus, a jovem caminha uma hora por uma estrada de chão na montanha. Para dar tempo de tudo, Roselene acorda de madrugada, às 4h30m, e desce a colina ao amanhecer, às vezes, em meio a uma intensa neblina.

    — É exaustivo. Pior quando o ônibus não passa na volta para casa. O jeito é pedir carona ou fazer todo o trajeto a pé, o que dá umas duas horas e meia — diz ela, que sonha em ser veterinária.

    Apenas em Cachoeiras de Macacu, são cerca de 20 escolas municipais ou estaduais desativadas. Mas não é o único cemitério de colégios no estado. Na última década, em 60 dos 92 municípios fluminenses, houve redução no número de escolas rurais. Em Aperibé, Laje do Muriaé e Macuco, todas foram extintas.

    Secretário de Articulação da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Lenine Lemos, que também comanda a Educação em Queimados, diz que o fechamento dessas unidades vem ocorrendo desde a criação do programa federal Caminho da Escola, em 2007, para financiar a compra de ônibus escolares. O objetivo era que nenhuma criança ficasse fora da sala de aula. Para muitos gestores, tornou-se menos custoso bancar esse transporte.

    — Manter escola com poucos alunos em uma área rural é mais caro — diz Lemos, que defende, no entanto, o ensino no campo. — Em Queimados, fizemos uma parceria com a Universidade Federal Rural do Rio (UFRRJ) para capacitar professores com intuito de ensinar às crianças temas que fazem sentido para elas no meio rural. Isso ajuda a mantê-las na região em que nasceram.

    No entanto, é uma tarefa que tem sido complicada. Segundo os últimos dados disponíveis do IBGE, em 2015 o Rio tinha 437 mil moradores nas zonas rurais (2,6% da população total e 21% a menos do que duas décadas antes, quando eram 555 mil). A queda é ainda mais acentuada se considerada apenas a população de 5 a 14 anos: diminuiu quase à metade no período, de 117 mil em 2005, para 58 mil em 2015.

    Uma aluna residente em Farao, Cachoeiras de Macacu, caminha pela estrada de volta a casa observada por colegas que usam o transporte escolar. No município, são cerca de 20 escolas municipais ou estaduais desativadas, segundo o mais recente censo escolar do estado Foto: Antonio Scorza / Agência O Globo
    Uma aluna residente em Farao, Cachoeiras de Macacu, caminha pela estrada de volta a casa observada por colegas que usam o transporte escolar. No município, são cerca de 20 escolas municipais ou estaduais desativadas, segundo o mais recente censo escolar do estado Foto: Antonio Scorza / Agência O Globo

    Perto da divisa com Minas Gerais, Arapongas, em Santo Antônio de Pádua, no Noroeste Fluminense, vive um processo de esvaziamento. Lá, sobraram apenas 12 moradores. Os que permaneceram plantam para a subsistência e quase não têm água para a lavoura porque os poços praticamente secaram.

    Ali, a Escola Municipal Crispim Pereira Gabry foi uma das nove fechadas em Pádua. Em seu último ano de funcionamento, tinha apenas três alunas. Duas delas eram as netas de José Carlos Belgone, de 66 anos, que, há 13, mora em uma ala do colégio que já não era utilizada. Em troca, cuidava do prédio. Quando os estudantes se foram, há cerca de cinco anos, ele ficou por lá sozinho, com a mulher, dona Maria Madalena Belgone. E nunca mexeu em nada que foi deixado para trás pela prefeitura.

    Até rolos de papel higiênico deixados na dispensa apodrecem numa sala de aula, junto a livros, carteiras empilhadas e um velho quadro negro. Trancado, o lugar está cheio de casas de marimbondo.

    — Todas as minhas netas estudaram aqui, antes de irem embora. A mais velha já faz faculdade — diz Seu José, que apoiou a decisão da família de ir embora. — As pessoas não sabem, mas passamos muito aperto na roça.

    Em São Germano, ainda em Pádua, os dez irmãos de Marlene de Oliveira Eccard, de 60 anos, também deixaram o campo. Só ela resistiu. Seu sogro deu nome à Escola Municipal Anacleto Eccard Junior, onde ela trabalhou como servente por 28 anos. Quando o colégio fechou, em 2017, ela e as crianças da vizinhança foram transferidas para uma unidade urbana. Marlene tem certeza de que, sem escolas, é difícil conter o êxodo rural:

    — Antes de o colégio fechar, os pais já vinham botando os filhos na cidade, porque aqui só havia uma professora, com um salário muito baixo, que também era a diretora.

    Na sexta-feira, O GLOBO não conseguiu contato com a prefeitura de Pádua. Em Cachoeiras de Macacu, o secretário de Educação, Rui Dias, afirma que os alunos de escolas desativadas foram remanejados. Sobre a Boa Sorte, ele diz que não houve pedidos de matrícula em 2017.

    Questões

    1. O que é se entende por êxodo rural?
    2. Por que em Santo Antônio de Pádua, no Noroeste Fluminense, observa-se um processo de esvaziamento de sua população rural?
    3. Qual a iniciativa da UFRRJ para manutenção da população rural no campo?
    4. O que vem acontecendo com os prédios de escolas abandonadas?
    5. De que forma programa federal Caminho da Escola contribuiu para o fechamento de unidades de ensino no campo? E quais são as reclamações recorrentes no uso desse programa?

    Luciano Mannarino

  • A História do Rio de Janeiro.

    A História do Rio de Janeiro.

    A História do Rio de Janeiro.

              Na há consenso em relação chegada dos portugueses à baía de Guanabara (do tupi gurani: rio-mar). A hipótese mais aceita é que o navegador Gonçalo Coelho, numa das viagens para confirmar os escritos de Pero Vaz de Caminha sobre a terra “descoberta”, cartografou a entrada da baía como a foz de um grande Rio em meados de Janeiro de 1502 – também não há consenso em relação a esse equívoco. De qualquer forma, Rio de Janeiro passou a denominar a localidade. Haviam várias tribos de língua tupi-guarani ao longo de suas margens. Elas eram descendentes de povos que haviam chegado ali há quase 6 mil anos. Porto natural, refúgio para embarcações e mamíferos aquáticos, a Baía revelava um lugar estratégico para se ocupação do litoral centro sul da futura colônia. Essa reentrância da costa litorânea por onde o mar avança para o interior do continente foi fundamental para existência da Cidade do Rio de Janeiro.

              É claro que o Tratado de Tordesilhas não garantiu plena soberania do “novo mundo” para os países ibéricos. Em pouco tempo outras nações européias avançaram sobre o litoral brasileiro. A negligencia em relação a ocupação da baía de guanabara se explica pela prioridade que Portugal deu a ocupação baixada santista – bastava ultrapassar a serra do mar para acessar rios que com drenagem endorréica. A indiferença foi aproveitada pelos franceses para iniciar um ambicioso processo de colonização na águas calmas da baía. Nasce a “França Antártica”.  Embora contanto com ajuda de índios tamoios, o projeto francês enfrentou rivalidades religiosas internas o que contribuiu para que portugueses juntos com índios tupinambas (inimigos dos tamoios) expulsassem os “invasores” após várias batalhas e fundassem a Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro em 1565.

                A cidade se desenvolveu aos pés do morro do castelo – local escolhido para abrigar a sede do governo por ter uma visão privilegiada da entrada da baía e por ser imune  aos constantes alagamentos – o morro foi desmontado nas diversas intervenções urbanas do início do Séc. XX).

     

    Bibliografia – Ender, Armelle. Ed. Gryphus

  • Domínio dos Mares de Morros

    Domínio dos Mares de Morros

    Domínio morfoclimático dos mares de morros


    Domínios Morfoclimáticos do Brasil

    AULA: O DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS


    Objetivo da Aula:

    Compreender o que é o Domínio dos Mares de Morros no Brasil.

    Identificar as principais características físicas, biológicas e humanas desse domínio.

    Analisar os impactos ambientais relacionados à ocupação humana no Domínio dos Mares de Morros.


    Tópicos da Aula:

    1. Introdução: O que é o Domínio dos Mares de Morros?

    1.1. Definição

    O Domínio dos Mares de Morros é uma área geográfica brasileira caracterizada por relevos ondulados, conhecidos como “morros”, cobertos originalmente por florestas tropicais, especialmente a Mata Atlântica.

    1.2. Localização

    O Domínio dos Mares de Morros se estende ao longo do litoral brasileiro, abrangendo grande parte da Região Sudeste, Sul e uma parte do Nordeste. Ele inclui estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Paraná e Santa Catarina.


    2. Características Físicas

    2.1. Relevo

    Predominância de morrotes e serras, com elevações médias e paisagens acidentadas.

    Importância das Serras do Mar e da Mantiqueira.

    2.2. Clima

    Clima tropical úmido, com alta pluviosidade e temperaturas elevadas.

    2.3. Hidrografia

    Bacias hidrográficas importantes, como as dos rios Paraíba do Sul e Tietê.


    3. Vegetação: A Mata Atlântica

    3.1. Características da Mata Atlântica

    Biodiversidade: um dos biomas mais ricos em espécies vegetais e animais, porém altamente devastado.

    Importância ecológica: conservação dos recursos hídricos, regulação climática e refúgio para espécies ameaçadas.

    3.2. Degradação Ambiental

    A Mata Atlântica foi devastada pela urbanização e expansão agrícola. Restam apenas cerca de 12% da vegetação original.


    4. Ocupação Humana e Impactos Ambientais

    4.1. Histórico de Ocupação

    A colonização brasileira começou no litoral, onde se encontra o Domínio dos Mares de Morros. A extração de pau-brasil e a expansão do cultivo de cana-de-açúcar e café contribuíram para a destruição da Mata Atlântica.

    4.2. Urbanização

    As maiores cidades brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro, estão localizadas dentro desse domínio, causando alta pressão urbana e desmatamento.

    4.3. Problemas Ambientais Atuais

    Desmatamento, erosão do solo, deslizamentos de terra e perda de biodiversidade.

    Problemas relacionados à ocupação desordenada, como favelas em encostas de morros.


    5. Medidas de Conservação

    5.1. Unidades de Conservação

    Criação de parques nacionais e estaduais para preservar o que resta da Mata Atlântica, como o Parque Nacional da Serra da Bocaina e o Parque Estadual da Serra do Mar.

    5.2. Reflorestamento e Recuperação Ambiental

    Incentivos a projetos de reflorestamento e à agricultura sustentável para reduzir os danos ambientais.


    6. Estudos de Caso

    6.1. Reflorestamento da Mata Atlântica em áreas de preservação no estado de São Paulo.

    6.2. Desastres naturais em áreas urbanas ocupadas irregularmente em encostas de morros, como os deslizamentos em Petrópolis (RJ).


    7. Atividade de Encerramento

    Debate em Grupo: Divida a turma em grupos e peça que discutam soluções sustentáveis para a ocupação das áreas de Mares de Morros. Cada grupo pode apresentar uma proposta focada em conservação ambiental, urbanização sustentável ou educação ambiental.


    Recursos:

    Mapas mostrando a localização do Domínio dos Mares de Morros.

    Imagens da devastação da Mata Atlântica e de áreas de conservação.

    Vídeos curtos sobre a biodiversidade e a importância da preservação.


    Conclusão:

    O Domínio dos Mares de Morros é um dos ecossistemas mais ricos e ao mesmo tempo mais ameaçados do Brasil. Compreender sua importância é essencial para pensar em estratégias de conservação e desenvolvimento sustentável nas regiões ocupadas por esse domínio. Ao refletirem sobre o equilíbrio entre ocupação humana e preservação, os alunos serão capazes de enxergar a importância de políticas ambientais eficazes.


    Aqui estão alguns exercícios sobre o Domínio dos Mares de Morros para sua aula:


    1. Definições Básicas
    A) O que caracteriza o Domínio dos Mares de Morros no Brasil?
    B) Quais são as principais regiões do Brasil onde esse domínio está localizado?


    2. Características Físicas
    A) Explique o relevo típico do Domínio dos Mares de Morros.
    B) Qual é o clima predominante nessa região? Como ele influencia a vegetação?


    3. Vegetação e Impactos Ambientais
    A) Descreva a importância da Mata Atlântica no contexto do Domínio dos Mares de Morros.
    B) Qual é o estado atual de preservação da Mata Atlântica e quais são as principais causas de sua degradação?


    4. Ocupação Humana e Problemas Ambientais
    A) Explique como a urbanização no Domínio dos Mares de Morros contribuiu para a degradação ambiental.
    B) Cite dois problemas ambientais resultantes da ocupação desordenada nas encostas dos morros.


    5. Medidas de Conservação
    A) Quais são as principais ações para a preservação do Domínio dos Mares de Morros? Dê exemplos de unidades de conservação.
    B) Como o reflorestamento pode ajudar na recuperação ambiental da Mata Atlântica?


    6. Estudos de Caso
    A) Pesquise um caso de deslizamento de terra em uma área ocupada irregularmente dentro do Domínio dos Mares de Morros e discuta suas causas e consequências.
    B) Explique como a urbanização sustentável pode ser aplicada para evitar desastres naturais em áreas de Mares de Morros.


    Atividade de Encerramento: Projeto de Reflorestamento
    Peça aos alunos que elaborem, em grupos, um projeto de reflorestamento para uma área degradada dentro do Domínio dos Mares de Morros. O projeto deve considerar as seguintes etapas:

    1. Seleção da área.
    2. Tipo de vegetação a ser replantada.
    3. Medidas para garantir a sustentabilidade do projeto.
    4. Impactos esperados para o meio ambiente e a população local.

    Prof. Luciano Mannarino

    As Serras do Litoral se movem

    Mata atlântica tem crescimento histórico de desmatamento

    Domínio Amazônico