Categoria: ATIVIDADES

Modelos de atividades para a Sala de Aula (Geografia)

  • O Padre Eterno.

    O Padre Eterno.

    O Padre Eterno, considerado o “maior navio do mundo” no Século XVII, foi lançado ao mar em 1663. Seu estaleiro ficava numa ilha da baía de Guanabara: a Ilha do Governador. A abundância de madeira leve e resistente da nossa mata atlântica acabou alavancando uma importante atividade da época: o setor naval.

    O local onde foi construído o Galeão (navio com 4 mastros) deu nome a um dos bairros da Ilha e a base aérea que se transformaria no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o atual Tom Jobim. Em tempo, a Ilha dos Maracajás (felinos que viviam ali), como era conhecida pelos índios Temiminós, se tornou a Ilha do Governador depois de ter sido oferecida a Salvador de Sá, financiador da construção do barco e um dos primeiros governantes da nossa Cidade do Rio de Janeiro.

    Armalle Enders. A História do Rio de Janeiro.

    Prof Luciano Mannarino

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  • Conceitos de Epirogênese e de Orogênese.

    Conceitos de Epirogênese e de Orogênese.

    Epirogênese

               Movimentos de subida ou de descida de grandes áreas da crosta terrestre, de modo lento. caracteriza-se por um reajustamento isostático áreas, dominando assim os movi mentos verticais lentos, por vezes seculares. Os movimentos epirogênicos possuem características especiais, como a de não afetar as estruturas antigas, podendo, porém, apresentar falha mentos marginais por causa do esforço diatrófico. E também um fenômeno lento e secular, diferente da orogênese, que se desenvolve com maior intensidade, dando aparecimento a montanhas e atingindo uma área menor.

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    Orogênese

             Conjunto de fenômenos que, no ciclo geológico, levam à formação de montanhas ou cadeias montanhosas, produzidas principalmente pelo diastrofismo (dobramentos, falhas, ou combinações destes). Geralmente emprega-se também esta denominação para as formações montanhosas originadas pela atividade vulcânica ou mesmo pela erosão. A orogênese reflete os diversos aspectos das forças endógenas, porém as formas de relevo dela resultantes são esculpidas pelos agentes exógenos. Os estudos orogenéticos têm necessidade de serem apoiados pela tectônica e pela estratigrafia. Somente com o auxílio destes dois ramos do conhecimento humano pode-se compreender a origem, o desenvolvimento e a determinação da idade dos movimentos orogenéticos.

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    Fonte: Novo Dicionário Geológico-Geomorfológico – Antônio Teixeira Guerra/Antônio José Teixeira Guerra

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    Prof. LUCIANO MANNARINO

  • A História do Rio de Janeiro.

    A História do Rio de Janeiro.

    A História do Rio de Janeiro.

              Na há consenso em relação chegada dos portugueses à baía de Guanabara (do tupi gurani: rio-mar). A hipótese mais aceita é que o navegador Gonçalo Coelho, numa das viagens para confirmar os escritos de Pero Vaz de Caminha sobre a terra “descoberta”, cartografou a entrada da baía como a foz de um grande Rio em meados de Janeiro de 1502 – também não há consenso em relação a esse equívoco. De qualquer forma, Rio de Janeiro passou a denominar a localidade. Haviam várias tribos de língua tupi-guarani ao longo de suas margens. Elas eram descendentes de povos que haviam chegado ali há quase 6 mil anos. Porto natural, refúgio para embarcações e mamíferos aquáticos, a Baía revelava um lugar estratégico para se ocupação do litoral centro sul da futura colônia. Essa reentrância da costa litorânea por onde o mar avança para o interior do continente foi fundamental para existência da Cidade do Rio de Janeiro.

              É claro que o Tratado de Tordesilhas não garantiu plena soberania do “novo mundo” para os países ibéricos. Em pouco tempo outras nações européias avançaram sobre o litoral brasileiro. A negligencia em relação a ocupação da baía de guanabara se explica pela prioridade que Portugal deu a ocupação baixada santista – bastava ultrapassar a serra do mar para acessar rios que com drenagem endorréica. A indiferença foi aproveitada pelos franceses para iniciar um ambicioso processo de colonização na águas calmas da baía. Nasce a “França Antártica”.  Embora contanto com ajuda de índios tamoios, o projeto francês enfrentou rivalidades religiosas internas o que contribuiu para que portugueses juntos com índios tupinambas (inimigos dos tamoios) expulsassem os “invasores” após várias batalhas e fundassem a Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro em 1565.

                A cidade se desenvolveu aos pés do morro do castelo – local escolhido para abrigar a sede do governo por ter uma visão privilegiada da entrada da baía e por ser imune  aos constantes alagamentos – o morro foi desmontado nas diversas intervenções urbanas do início do Séc. XX).

     

    Bibliografia – Ender, Armelle. Ed. Gryphus