Categoria: PENSAMENTOS

Reflexões, poesia…tudo!

  • Em nome da audiência!

    Em nome da audiência!

              A ampliação e a manutenção do número de aparelhos ligados numa determinada grade de programação é o objetivo final de uma rede de televisão – pausa para os anunciantes.

           Portanto ē fundamental a padronização dos gostos (música, esporte, entretenimento, etc.). As pessoas não podem gostar de cada cor do arco íris. Não se pode mostrar todas elas. Então a imposição do gosto monocromático é uma questão mercadológica – merchandising no canto da TV.

              O que sempre estará  um jogo, para uma emissora, é a audiência, custe o que custar, inclusive transformar um país de dimensão continental numa pequena quitanda virtual e um povo em cidadãos passivos e alienados – e nova pausa para anunciantes!

    Prof. Luciano Mannarino

  • Riquezas Naturais e o Estado Brasileiro.

    Riquezas Naturais e o Estado Brasileiro.

     

             Nosso país nasceu herdando um território continental

    que abriga riquezas naturais incalculáveis. Como seria possível acessar esse patrimônio, agora nas mãos de uma sociedade organizada em forma de Estado moderno, sem recorrer aos expedientes do Imperialismo? Esse foi o grande questionamento que o Capital fez desde que se começou a inventariar os recursos através do mundo.

             A resposta já existia. Bastava manter as estruturas que afastavam o conjunto da população das decisões do poder. Ditadores civis, militares, populistas e cia se revezam no controle do país, mas sabem, ou descobrem depois que o mecanismo que drena nossos recursos para mãos dos atores hegemônicos não pode ser modificado. É a condição para o Brasil seja “governado”.

     

    Nosso país nasceu herdando um território continental

    que abriga um grande patrimônio natural

    Mas como ter acesso a essa riqueza sem usar o mesmo mecanismo

    Que foi usado no Imperialismo?

     Essa foi uma grande dúvida do capital

    Mas a resposta já existia

    Bastava manter as mesmas equações

    Sim, as que conservavam o povo afastadas das decisões  

    Governantes que se revezam no controle do Estado   

    Sabem, ou descobrem depois que o

     Mecanismo que concentra riqueza

    Não pode ser transformado

    Amigo, pode ter certeza

    Tá tudo dominado! 

    Essa é a condição para o Brasil seja “governado”

     

    Prof Luciano Mannarino

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  • Não seremos vasos comunicantes.

    Não vou ler nada, absolutamente nada que vai de encontro das minhas convicções políticas. Bloquearei todas as fontes. Não me incomodo em fazer isso. Um por um…
    Quem acha que tudo que nós passamos é obra dos 13 do PT deveria se interessar pelo que acontecia, e agora acontece, nos outros 506 anos! LulaLivre!

     

    A prisão de Lula e o Soft Power do Brasil.

  • A prisão de Lula e o Soft Power do Brasil.

    A prisão de Lula e o Soft Power do Brasil.

    A eleição do Lula foi emblemática. A mensagem que tínhamos passado para o mundo era que o país havia consolidado sua democracia ao eleger um operário como presidente. Ele rapidamente se transformou num político Pop – artistas, governos, ongs, instituições internacionais, etc, ficaram fascinados por seu carisma e por sua trajetória.

    Na reunião do G-20 em 2009 chegou a receber um singelo elogio do Obama – This is the guy! disse para o nosso presidente. O Brasil, naquela época, surfava a crista do prestígio internacional. A copa do mundo (2014) e logo após uma olimpíada (2016), algo inédito, foram o coroamento disso tudo. Parecia que finalmente nosso peso geopolítico reberverava nossa dimensão demográfica (quinta maior população) e territorial (quinto maior território)

    Lula na cadeia representa uma nação corrigindo seus excessos, é verdade, mas se isso não for feito de maneira ampla, irrestrita e completa estaremos queimando todo o Soft Power adquirido por nada e ainda reforçaremos os velhos preconceitos sobre o nosso país.

    Soft Power (em português, poder brando, poder de convencimento ou poder suave) é uma expressão usada na teoria das relações internacionais para descrever a habilidade de um corpo político – um Estado, por exemplo – para influenciar indiretamente o comportamento ou interesses de outros corpos políticos por meios culturais ou ideológicos. (WP)

    Prof. Luciano Mannarino

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  • Sem redenção!

    Sem redenção!

              Acredito que o ódio que uma pessoa sente é uma porta aberta para a compaixão como mecanismo de compensação.  Faz parte da natureza humana. Para contemplar remorso é necessário vivenciar a ira. Quem ama sabe o significado da solidão.

              Há, em nossa violência urbana, uma total indiferença de nossos algozes.  Eles tiram a vida de alguém como se precisassem transpor uma pequena poça d’água para atravessar a rua ou como se trocassem um canal de televisão que não gostam, etc.  Somos um simples obstáculo a ser removido para que eles tenham: Um carro, um celular, uma moto, um chinelo, etc.

            Se fosse raiva, as vidas tiradas poderiam se transformar em redenção num momento de arrependimento. Mas como há uma total indiferença, as vidas tiradas (e as respectivas dores geradas por suas ausências) não significam nada agora e muito menos depois.

     

    Prof Luciano Mannarino

    Indecifrável

    Rugas!

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