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  • Modelando comportamentos…

    Modelando comportamentos…

              – Na eminência de um assalto, não reaja!

             É dizem nossos todos os especialistas em segurança.  É uma postura sensata, mas que enraíza uma passividade diante de outras arbitrariedades impostas por nossos governantes.  Não reaja! Penso que a orientação  fortalece e  modela um comportamento que nossa classe política esperam do nosso povo: Uma conveniente Resignação.  

                Fui vítima de um assalto e a sensação de impotência é terrível.

    Obs.  Será que a violencia urbana desenfreada cumpre um papel didático e por isso ela não recebe total atenção das autoridades?

             Deixo esse questionamento para os amantes de teorias conspiratórias.

    Professor Luciano Mannarino.

  • Morremos ao matar…

    Morremos ao matar…

              Nos filmes policiais é comum ver nosso herói enfrentar bandidos com  presteza, desenvoltura, senso de justiça e ética irretocáveis. São implacáveis contra os inimigos da sociedade e usam todos os recursos para acabar com o crime. Alguns chegam a dezenas de óbitos até a apoteótica carnificina da sena final.

          Pois bem, é  esse comportamento que esperamos de nossos policiais e não compreendemos porque eles se tornam corruptos, violentos e desajustados.  Acreditamos  que seja perfeitamente possível conviver com a morte diariamente (bandidos ou colegas de profissão) e isso não necessariamente afetar nossa humanidade, pois os justiceiros policiais  hollywoodianos são pais atenciosos, bons amantes, companheiros e conseguem perfeitamente separar a vida privada da vida profissional e vivem sem traumas e remorsos.

                Quanto sobra de um ser humano após ele  tirar a vida de uma pessoa, duas, três…?

     

    Professor Luciano Mannarino

  • Construindo Pirâmides

    Construindo Pirâmides

    Ao analisar a sociedade hidráulica do antigo Egito, percebemos a importância que a construção das pirâmides teve para ela ao ponto de determinar toda uma lógica de vida: Viveram para construir cemitérios. Isso, em parte, foi responsável pelo colapso daquela sociedade.

    Pois bem, será que hoje tudo que fazemos em nosso dia a dia é carregar imensos blocos de pedra cujo objetivo final é a construção de imensos mausoléus metafóricos ou até mesmo literais usando pessoas, energia e capitais em nosso parco tempo de vida?

     

    PROF. LUCIANO MANNARINO

    Caminhos para realização…

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  • ESTADO DA BAHIA: UMA BREVE HISTÓRIA.

    ESTADO DA BAHIA: UMA BREVE HISTÓRIA.

              O Estado da Bahia é a junção de três capitanias hereditárias: Bahia de Todos os Santos, Ilhéus e Porto Seguro. A região se tornou a “cabeça” da colônia portuguesa devido a existência da um estratégico porto natural: A Baia de Todos os Santos (o nome do Estado foi extraído desse acidente geográfico). A região se tornou um laboratório do processo de exploração colonial que acabou se reproduzindo no Brasil português

              A luta contra os índios, enquanto se implementava o processo de exploração estiveram presentes desde o início da ocupação e se aprofundou com a chegada de negros escravos africanos. No entanto,  a perda da função de capital da colônia para o bahiaRio de Janeiro (boca das minas gerais) marcou  o início da decadência econômica e política do Estado e a Bahia foi palco de profundas   tensões como: A Conjuração Baiana, A Sabinada e a própria criação do Arraial de Canudos, que nasceram e foram alimentadas pela implementação do alienado sistema mercantil português que era fundamentado no latifúndio, no trabalho escravo e na monocultura voltada pra o mercado externo.

             A Bahia entrou no Século XX com uma sociedade com profundas desigualdades sócias, pois…”O escravismo deixaria marcas profundas na mentalidade do povo e no próprio esquema de representação das classes sociais”…

              Hoje, controla o Estado da Bahia, políticos que conseguem muito bem fazer a integração entre a Bahia do Sertão e a Bahia do Litoral. Os “Magalhães” fazem isso com muita desenvoltura.

     

    CEARÁ: UMA BREVE HISTÓRIA

    BRASÍLIA: UMA BREVE HISTÓRIA

    AMAPÁ. UMA BREVE HISTÓRIA

     

    PROFESSOR LUCIANO MANNARINO

    Correções serão bem vindas!

    BIBLIOGRAFIA

    HISTÓRIA DOS ESTADOS BRASILEIROS/IVAN ALVES FILHO. – RIO DE JANEIRO: REVAN,  2000

     

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